São José dos Campos ganhou nesta quinta-feira (30), uma nova unidade de acolhimento terapêutico híbrido feminino. A unidade, criada pelo governo do estado, fica localizada no Vale do Sol (região sul) e receberá um investimento total de mais de R$ 1 milhão.
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As comunidades terapêuticas contarão com duas fases: comunitária com 25 vagas e residencial com 15. A etapa comunitária tem por objetivo a intervenção terapêutica com foco na recuperação e reorganização psicossocioemocional do indivíduo. Já na fase residencial, o trabalho visa a reintegração social, com terapia familiar (aos casos que se aplicarem), além do protagonismo e autonomia de moradia e renda.
De acordo com a prefeitura, o acesso será por meio de encaminhamento do Caps (Centro de Atenção Psicossocial). As acolhidas serão preparadas e reinseridas no mundo do trabalho, com estímulo à promoção da educação financeira e retomada dos estudos. A duração total do tratamento será de seis meses, em média.
Para a Abrapi (Associação Brasileira de Proteção ao Indivíduo), que administra as casas, o serviço é pioneiro e abrange todas as fases do processo de recuperação do dependente químico.
"Aqui tudo é muito humanizado, cada detalhe da casa é terapêutico, tudo para resgatar e trazer essas mulheres de volta ao lar”, afirmou a presidente da entidade, Sintique Araújo. “Aqui elas encontram um espaço para moradia, atendimento psicoterapêutico individual, escuta qualificada e qualidade de vida”, disse.