Encontrada morta dentro de uma mala na sexta-feira (18), em seu apartamento num bairro nobre de São José do Rio Preto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, natural de Guaratinguetá, virou tema da campanha ‘Quem ama liberta’.
Trata-se de um movimento que destaca as vítimas de feminicídio no Brasil e que criou, na internet, um memorial em homenagem às mulheres assassinadas.
O perfil do movimento no Instagram tem 4.300 publicações e mais de 15 mil seguidores. A foto de Thallita recebeu dezenas de comentários.
“Se não fosse outra mulher a se preocupar com ela, ainda estaria desaparecida! Que haja justiça”, diz postagem no perfil do movimento.
“Que tipo de homens as mulheres se envolvem. Prestem bem atenção no comportamento dos homens com os quais vão se envolver”, diz outro comentário.
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O principal suspeito de ter matado Thallita é o namorado dela, um rapaz de 26 anos, que está desaparecido desde a tarde anterior ao corpo de Thallita ter sido encontrado pela Polícia Militar, em seu apartamento.
“Meu Deus! Que chocante. Sou de Votuporanga, ao lado dessa cidade”, escreveu uma mulher na postagem sobre a médica do Vale.
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