MORADIA

CDHU inicia construção dos edifícios das vítimas dos deslizamentos de São Sebastião

Por Da Redação |
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PMSS
Construção usa tecnologia 'wood frame', estrutura de madeira envolvida por chapa de ferro
Construção usa tecnologia 'wood frame', estrutura de madeira envolvida por chapa de ferro

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação deu início nesta quarta-feira (21) à construção das habitações que abrigarão as famílias afetadas pela calamidade de fevereiro deste ano em São Sebastião.

Ao todo, serão construídas 518 moradias. A estimativa é que 200 unidades sejam entregues até outubro deste ano e o restante até dezembro.

Para agilizar a obra, a construção utiliza a tecnologia sustentável de “wood frame”, que é uma estrutura de madeira, envolta por uma chapa de ferro e uma de gesso.

"São sete camadas de proteção contra fogo, é extremamente durável e segura. E a velocidade de construção eu diria que é a maior vantagem. Estamos começando a obra hoje e nós pretendemos já em cinco meses ter as primeiras unidades entregues. Isso para um edifício é muito rápido, muito mais rápido do que todas as obras que a CDHU tenha feito no passado”, disse o Secretário Marcelo Branco, que participou da vistoria do início das obras.

As obras de aterramento já haviam sido iniciadas em março e hoje a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo) começou a levantar o primeiro edifício no terreno do Baleia Verde.

O bairro foi alagado com as fortes chuvas do dia 13 de junho, mas o secretário garantiu que o terreno dos edifícios foi alicerçado de forma elevada para conter o risco de alagamento.

“Nós fizemos um aterro de 1,7 metro. Estamos a mais de um metro de altura acima da rua, muito acima das outras casas do entorno. Então o terreno dos edifícios neste aspecto é muito seguro”, afirmou Branco.

O secretário, no entanto, reconheceu que fora da parte elevada a região ainda está sujeita a alagamentos. Ele completou que já está sendo feito um novo projeto de drenagem para ajudar no escoamento das enxurradas. O projeto deve ficar pronto até o final do ano. 

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