A mãe de Ana Lívia, menina de 13 anos morta em setembro pela sua amiga de 12 em setembro do ano passado, desabafou em suas redes sociais. Ela compartilhou uma foto da filha arrumada para uma festa na escola durante a época do Carnaval. Ela lamentou a falta da menina, que foi vítima de um crime brutal que chocou o Brasil.
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"E esse ano não vai ter festa na escola pra gente te maquiar como era todos os anos... Te amo enquanto eu respirar", escreveu Jéssica Higino, além de tecer críticas à atiradora de Ana Lívia, que atualmente está detida em uma unidade da Fundação Casa. A mãe da vítima tem se posicionado a favor da redução da maioridade penal.
Em setembro do ano passado, Ana Lívia foi morta em seu quarto após uma discussão por ciúmes com sua amiga, com quem ia para a escola. A Justiça acatou a representação feita pelo MP (Ministério Público) e afirmou que existiu um ato infracional por motivação torpe, ou seja, que fere a moral, os bons costumes e é reprovável. Além disso, a decisão também destaca que o ato causa intranquilidade e dessossego público, "evidenciados pela conduta da jovem em se dispor a ceifar a vida da vítima como opção de resolução de conflitos pessoais".
A arma utilizada no crime pertencia a um tio da garota que respondeu a um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e pagou uma multa de R$ 2.500.
CRIME.
O caso aconteceu no dia 27 de setembro, no bairro Jardim Paulista, em Taubaté, antes de Ana Lívia e a garota de 12 anos irem para a escola. Pela manhã, Lívia ligou para a mãe perguntando se a amiga podia ir até sua casa para que as duas pudessem ir para a escola juntas, de carona com a mãe de outra colega.
Horas depois, a mãe de Ana Lívia encontrou a menina já sem vida, em seu quarto. De acordo com a polícia, a menina de 12 anos confessou ter atirado contra Ana Lívia com uma arma de fogo que pertence ao seu tio, que trabalha como agente penitenciário.
Lívia foi encontrada com um tiro na nuca, com o corpo caído em cima de uma mesa de cabeceira. A menina foi encaminhada para a Fundação Casa, onde espera por julgamento para definição da medida socioeducativa que será aplicada em seu caso.
INVESTIGAÇÃO.
Para esclarecer mais pontos do crime, a família de Ana Lívia solicitou a realização de um inquérito particular, feito por uma equipe de perícia, além da sua equipe jurídica, o advogado Jefferson Coutinho e a assistente jurídica Elisangela Lucio. Na investigação, a equipe espera esclarecer como a menina teve acesso à arma e como ela aprendeu a atirar.
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O tio afirmou em depoimento à Polícia Civil que escondia o revólver no fundo de uma gaveta do armário da cozinha. Em sua oitiva, a menina afirmou ter fácil acesso à arma. Ele afirmou aos investigadores que possui o costume de guardar sua arma, travada, sem munição, no fundo de uma gaveta do armário da cozinha, enrolada e camuflada, de forma bem escondida sob panos de prato. O homem disse que guarda a arma no local porque é onde ele normalmente permanece durante o dia.
CRIME.
O caso aconteceu no dia 27 de setembro, no bairro Jardim Paulista, em Taubaté, antes de Ana Lívia e a garota de 12 anos irem para a escola. Pela manhã, Lívia ligou para a mãe perguntando se a amiga podia ir até sua casa para que as duas pudessem ir para a escola juntas, de carona com a mãe de outra colega.
Horas depois, a mãe de Ana Lívia encontrou a menina já sem vida, em seu quarto. De acordo com a polícia, a menina de 12 anos confessou ter atirado contra Ana Lívia com uma arma de fogo que pertence ao seu tio, que trabalha como agente penitenciário.
Lívia foi encontrada com um tiro na nuca, com o corpo caído em cima de uma mesa de cabeceira. A menina foi encaminhada para a Fundação Casa, onde espera por julgamento para definição da medida socioeducativa que será aplicada em seu caso.