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CBIC e CNI se mostram otimistas com nível de empego na construção civil

Por Marcos Eduardo Carvalho | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
OVALE
Fernando Frazão/Ag. Brasil
CBIC e CNI se mostram otimistas com nível de empego na construção civil
CBIC e CNI se mostram otimistas com nível de empego na construção civil

O nível do emprego na construção civil no início do ano começam a subir, de acordo com dados divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), divulgada antes do carnaval, apesar da queda deste nível entre novembro e janeiro.

No entanto, de acordo com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) o nível do emprego vem aumentando após o início do ano, o que também significa que mais empreendimentos imobiliários podem surgir.

Ieda Vasconcelos, economista da CBIC, inclusive, disse ser normal uma queda no nível de emprego no setor no final do ano. “Seja a média mensal do trimestre móvel novembro a janeiro, seja somente o mês de janeiro, os resultados estão dentro de uma média histórica e podem ser atribuídos em grande parte pelo movimento sazonal do setor. De toda forma, tivemos uma queda um pouco mais intensa de dezembro para janeiro”, disse.

Segundo ela, no entanto, pela pesquisa divulgada pela CNI, as expectativas surpreenderam, pois apresentaram avanço expressivo em relação à queda.

Ainda de acordo com o levantamento, a confiança registrou recuperação de janeiro para fevereiro, bem como a intenção de investimento, após o recuo desses indicadores, que predominou nos últimos meses de 2022.

“Os empresários estão otimistas para novos lançamentos, para a geração de emprego, para o nível de atividade e para a compra de insumos”, disse a economista.

Segundo a CNI, todos os indicadores de expectativas subiram entre 4 e 5 pontos, voltando a atingir o campo otimista. “Os empresários estão otimistas para novos lançamentos, para a geração de emprego, para o nível de atividade e para a compra de insumos”, disse.

Agora, para os próximos meses, o setor da construção civil espera reaquecimento da economia, até pela volta do programa Minha Casa Minha Vida.

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