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'Procuramos justiça', diz mãe que denunciou abuso em escola de São José há 5 meses

Por Thais Perez | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
OVALE
Thais Perez / OVALE
No desfile do dia 7 de setembro, mães protestaram contra abusos nas escolas
No desfile do dia 7 de setembro, mães protestaram contra abusos nas escolas

Após 5 meses de ter feito uma denúncia contra um funcionário de uma escola que teria abusado sexualmente de sua filha de cinco anos, uma mãe da zona leste de São José dos Campos ainda não viu a justiça acontecer. Até agora, ninguém foi preso.

O inquérito que apura o caso, feito pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) ainda não foi encerrado e foi prorrogado. A mãe da vítima, que está sem ir à escola desde o ocorrido, lamenta a demora. “Quem deveria estar pagando, está solto na rua, como se nada tivesse acontecido. Nós procuramos justiça”, diz ela sobre o suspeito de ter cometido o abuso.

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De acordo com ela, no dia 22 de agosto de 2022, a menina, que tem TEA (transtorno do espectro autista), teria sido alvo de abuso sexual na escola em que estudava, a José Madureira Lebrão, no Jardim Mariana 2.

Segundo o relato da mãe, a menina chegou da escola queixando-se de dor na região íntima. Ela checou a calcinha da menina e viu que havia uma mancha de sangue seco. De imediato, a mãe entrou em contato com a escola e registrou o boletim de ocorrência. Desde então, o caso está sendo investigado.

A criança teve a ajuda da mãe para dar um depoimento na delegacia. "Brinquei de escola com ela, fingi que era sua aluna. Durante a conversa, mostrei para ela fotos dos educadores da creche e outras de homens aleatórios", contou a mãe. A suposta vítima então apontou um dos educadores da escola e disse que ele era o “homem mau”. A Delegacia da Mulher vai dar continuidade as investigações.

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