Os peritos da Polícia Civil foram à casa da mãe que abortou recém-nascido e o colocou em sacola plástica em Taubaté. As diligências aconteceram na noite desta segunda-feira (24), após o depoimento da mulher aos investigadores da Deic (Delegacia Especializada de Investigações Criminais). A defesa da mulher, de 25 anos, autorizou os peritos a entrarem no imóvel e também acompanhou os trabalhos. Ela tinha entre sete e oito meses de gravidez.
O escritório do advogado Flávio Bonafé cuida da defesa da investigada e confirmou que, em depoimento, a mulher confessou o aborto. Flávio Bonafé, em contato com a reportagem, disse que "o aborto foi feito sob pressão do ex-namorado".
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Bonafé ainda ressalta que a cliente agiu sozinha, se arrependeu e tentou voltar atrás, mas já era tarde. A mulher foi ouvida e liberada e vai aguardar a conclusão do inquérito policial em liberdade.
Entenda o caso.
Na manhã do sábado (22), um recém-nascido morto foi encontra morto, com o cordão umbilical enrolado em um pano, dentro de uma sacola plástica, pela rua Capitão Marvel, bairro Gurilândia. Naquele mesmo dia, os policiais começaram a investigação e encontram câmeras de segurança que os levaram a encontrar a mãe do recém-nascido.
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O crime teve grande repercussão em Taubaté. A mulher vai responder por crime de aborto e pode também responder por infanticídio, caso já tivesse dado à luz. Essas questões serão determinadas pelo laudo do IML (Instituto Médico Legal).
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