Para 36,45% dos eleitores de Campinas, a área da saúde deveria ser tratada como prioridade no município, de acordo com a pesquisa OVALE/Band Mais/Sampi/Ágili Pesquisas.
Foram ouvidas 800 pessoas em Campinas, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Aos entrevistados foi apresentada uma lista com 16 diferentes áreas. Cada eleitor podia citar apenas uma delas. As outras áreas mais citadas foram educação (11,99%), combate à fome (10,86%), emprego (8,61%), segurança (7,49%), combate à corrupção (6,62%) e desigualdade social (6,49%).
Completam a lista transporte público (4,24%), saneamento básico (2,12%), habitação (1,12%), trânsito (0,75%), mobilidade urbana (0,62%), limpeza urbana (0,5%), esporte e lazer (0,37%), cultura (0,25%) e meio ambiente (0,12%).
Os eleitores que não souberam ou não quiseram responder somaram 1,37%.
SEGMENTAÇÃO.
Na estratificação por sexo, a saúde foi considerada a área que deve ser tratada como prioridade por 31,44% dos homens e por 41,46% das mulheres. A educação foi citada por 10,57% dos homens e 13,32% das mulheres. O combate à fome, por 10,57% dos homens e 11,14% das mulheres. O emprego, por 10,05% dos homens e 7,26% das mulheres. A segurança, por 9,28% dos homens e 5,81% das mulheres. O combate à corrupção, por 8,76% dos homens e 4,6% das mulheres. E a desigualdade social, por 7,22% dos homens e 5,81% das mulheres.
Por faixa etária, a saúde foi mais citada como área prioritária pelos eleitores de 60 anos ou mais (42,33%), e atingiu menor percentual entre aqueles de 16 a 24 anos (29,25%). Já a educação foi mais citada entre os entrevistados de 16 a 24 anos (17,92%), e menos citada por aqueles de 25 a 34 anos (9,43%). O combate à fome foi mais citado pelos ouvidos de 45 a 59 anos (12,64%), e menos citado por aqueles de 34 a 44 anos (6,94%). Emprego teve o maior percentual de citações como área prioritária entre os eleitores de 16 a 24 anos (11,32%), e o menor entre os de 25 a 34 anos (6,29%). Segurança obteve maior percentual de citações entre os entrevistados de 45 a 59 anos (10,34%), e o menor entre aqueles de 16 a 24 anos e 25 a 34 anos (5,66% nas duas faixas).
O combate à corrupção obteve maior percentual de citações entre os eleitores de 35 a 44 anos (12,14%), e o menor entre aqueles de 16 a 24 anos (3,77%). A desigualdade social foi mais citada entre os entrevistados de 16 a 24 anos (11,32%) e menos citada por aqueles de 60 anos ou mais (3,7%).