O presidente Vladimir Putin anunciou uma mobilização parcial na Rússia na quarta-feira.
De acordo com o decreto publicado no site do Kremlin, os cidadãos russos de 18 e 50 anos se enquadram na mobilização militar parcial, serão pagos como militares sob contrato e terão o mesmo status.
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Os contratos dos militares profissionais serão prorrogados automaticamente até o final da mobilização.
As pessoas que trabalham nas empresas de defesa que produzem armas estão isentas de recrutamento.
A mobilização está sendo realizada para controlar "territórios já liberados", disse o ministro da Defesa, Sergei Shoigu.
Cerca de 300.000 reservistas serão convocados para a mobilização parcial, disse ele.
Após o treinamento, serão convocados os militares da reserva que já completaram o serviço militar. Eles, assim como os voluntários do Donbas, terão as mesmas garantias que os militares contratados.
De acordo com o decreto, o governo russo financiará atividades parciais de mobilização e tomará as medidas necessárias para atender às necessidades do exército russo.
Os governadores regionais foram instruídos a garantir o recrutamento para o serviço militar no volume e nos prazos determinados pelo Ministério da Defesa para cada território.
O anúncio da mobilização veio um dia depois que as regiões ucranianas de Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia anunciaram referendos nos dias 23 e 27 de setembro sobre a adesão à Rússia, já que sua guerra com a Ucrânia já dura sete meses.
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