Entre 15 e 18 de setembro, a Festa Literomusical de São José dos Campos reuniu um público de 45 mil pessoas, segundo dados da organização do evento.
Foram realizadas 30 horas de programação cultural, com debates, shows e oficinas no Parque Vicentina Aranha, na Vila Adyana, região central de São José. Também houve intervenções em ruas da cidade.
A festa chegou à oitava edição com o tema “Py – O lugar onde se pisa”. Em Guarani, a palavra “Py” é a mesma utilizada para designar “pé” e “o lugar onde se pisa”, o chão.
O evento contou com programação especial com 25 escolas inscritas, totalizando 3.000 crianças e adolescentes, além da participação de 50 escritores da região.
Na livraria instalada no Pavilhão Alfredo Galvão, cerca de 1.500 livros foram vendidos. Também foram arrecadados 600 quilos de arroz e 100 quilos de outros itens, destinados ao Fundo Social de Solidariedade de São José dos Campos.
Com a sustentabilidade como um dos pilares da festa, 800 quilos de resíduos seletivos foram coletados e encaminhados para o descarte correto.
Para organizar a maior edição da Flim, segundo a organização, estiveram envolvidas mais de 700 pessoas entre colaboradores, voluntários, artistas convidados, escritores, expositores, curadoria e efetivo de segurança. A festa teve a curadoria de Carol Rodrigues (curadora geral), Juliane Sousa (curadora assistente) e Trudruá Dorrico (curadora convidada).
Entre os shows, destacaram-se Maria Gadú, Arnaldo Antunes e o grupo Serial Funkers, que convidou Paulo Miklos.
Leia mais: 'Não vão nos calar', diz Maria Gadú sobre polêmica de show em São José após apoio à Lula