ENTREVISTA

Haddad defende avaliação da gestão paulista e apresenta propostas

Por Diná de Melo |
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"É preciso que o eleitor conheça minhas propostas", afirma Haddad

O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) esteve hoje em Jundiaí em campanha eleitoral. Em entrevista à Rádio Difusora, à editora-chefe do Jornal de Jundiaí, Ariadne Gatolini, e ao jornalista Adilson Freddo, apresentou propostas para saúde, segurança, educação e finanças públicas. Acompanhado do deputado federal Kiko Celeguim (PT), defendeu que o eleitor analise os números do Estado e as propostas dos candidatos, além da identificação partidária. Haddad afirmou que as contas estaduais teriam passado de superávit de R$ 12 bilhões para déficit de R$ 9 bilhões e que o caixa teria recuado de R$ 22 bilhões para R$ 5 bilhões. Na saúde, propôs substituir o CROSS por um modelo de atendimento integral e ampliar hospitais-dia no interior. Também defendeu maior participação do Estado no financiamento da saúde regional e o refinanciamento das dívidas das Santas Casas. Para equilibrar as contas, disse que pretende revisar contratos de custeio e privatizações nos seis primeiros meses de governo, sem aumento de impostos. Na segurança, propôs integração entre as polícias e a Receita Federal contra o crime organizado, além de uma “agência de facção” coordenada pelo governador. Para as mulheres, defendeu monitoramento eletrônico de homens que descumprirem medidas protetivas. Na educação, propôs ampliar o modelo dos Institutos Federais na rede estadual e criticou o excesso de plataformas digitais e o uso de inteligência artificial na correção de redações.

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