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Campinas tem 23 bairros com alto risco de dengue; veja quais

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/PMC
Novo alerta da Saúde aponta 23 bairros com alto risco de transmissão; Campinas soma 3.810 casos de dengue em 2026.
Novo alerta da Saúde aponta 23 bairros com alto risco de transmissão; Campinas soma 3.810 casos de dengue em 2026.

Campinas tem 23 bairros classificados com alto risco de transmissão de dengue no 36º Alerta Arboviroses de 2026, divulgado nesta quinta-feira (3) pela Secretaria Municipal de Saúde. O número mantém diferentes regiões da cidade sob atenção reforçada, mesmo com a redução em relação ao alerta anterior.

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Entre 1º de janeiro e 31 de agosto, Campinas confirmou 3.810 casos de dengue. A Prefeitura afirma que as ações de prevenção, monitoramento e combate ao Aedes aegypti seguem durante todo o ano.

A lista atual reúne bairros das regiões Leste, Noroeste, Norte, Sudoeste, Sul e Suleste. O alerta também considera áreas vizinhas aos bairros citados, especialmente onde há aumento de casos, dificuldade de acesso a imóveis ou necessidade de intensificação das visitas.

Veja os 23 bairros em alto risco

Na região Leste aparecem Taquaral, Vila Rossi e Borchi e Vila Iza. Na Noroeste, o alerta inclui a Cidade Satélite Íris I.

Na região Norte estão Vila Santa Isabel, Jardim Independência e CDHU Edvaldo Orsi. Já no Sudoeste, a lista é mais extensa: Parque Residencial Vila União, Vila Palácios, Jardim Yeda, Jardim Santa Lúcia, Conjunto Habitacional Vida Nova I e II, Núcleo Residencial Vila Vitória e Jardim Marajó.

Na região Sul estão Jardim São Domingos, Jardim Marisa e Vila Palmeiras I e II. No Suleste, aparecem Jardim Esmeraldina, Jardim Samambaia, Jardim Tamoio, Jardim Aliança e Jardim Estoril.

Mais de 1 milhão de visitas a imóveis

Segundo a Secretaria de Saúde, entre o início do ano e 19 de agosto foram realizadas 1.138.441 visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas. Outras 53.382 visitas foram feitas para nebulização costal.

A Prefeitura utiliza diferentes indicadores para definir as áreas de maior risco, como incidência de casos, registro de nova transmissão, densidade populacional e necessidade de reforço em locais onde os agentes não conseguem entrar nos imóveis.

As orientações, no entanto, valem para toda a cidade. A Saúde reforça que a maior parte dos criadouros do mosquito está dentro das residências, o que torna essencial a eliminação de recipientes que possam acumular água.

Cuidados dentro de casa

Entre as principais recomendações estão eliminar água parada, manter caixas-d’água vedadas, limpar calhas e lajes e evitar o acúmulo de recipientes como latas, pneus e pratos de plantas.

A orientação também é manter vasos sanitários sem uso fechados e fazer a limpeza frequente de recipientes que possam acumular água.

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