VÍTIMAS VULNERÁVEIS

Professor de jiu-jitsu de Jundiaí é preso suspeito de estupro

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
JORNAL DE JUNDIAÍ
Os policiais seguem investigando o caso
Os policiais seguem investigando o caso

Um professor de Jiu-Jitsu de Jundiaí, dono de uma academia na cidade e que é policial civil no estado do Amazonas - onde é instrutor de artes marciais para forças de segurança -, foi preso naquele estado, na noite desta terça-feira (28), ao se entregar depois de saber que estava sendo procurado pela Polícia Civil de São Paulo, para cumprimento de mandado de prisão provisória por estupro de vulnerável.

A investigação contra ele está sendo feita pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da capital, onde foi feita a primeira denúncia, de uma adolescente de 17 anos, que alegou ter sido abusada por ele durante uma viagem para competição no exterior - esta vítima hoje vive nos EUA.

Ainda durante as investigações, a polícia teve acesso a mensagens supostamente enviadas por ele à família , com confissões: "eu sei o que fiz, e sei que é errado".

Após isso, a DDM já identificou outras vítimas, que já representaram contra ele, sendo que estas duas vítimas narraram ocorrências de fatos semelhantes, porém ainda mais contundentes, quando uma delas tinha apenas 12 anos.

Diante do quadro, a 8ª DDM representou e foi decretada a prisão temporária do professor e policial, sendo também expedidos três mandados de busca para locais vinculados a ele, todos instalados em Jundiaí.

A PRISÃO

Os mandados foram cumpridos nesta terça-feira, mas não foi possível a localização do suspeito, que cerca de 24 horas antes havia viajado para o estado do Amazonas, onde é policial civil.

A DDM de SP então fez contato com a Polícia Civil do Amazonas, que passou a auxiliar nas buscas pelo professor. Ele, porém, ao saber que estava sendo procurado, acabou se apresentado à polícia , cumprindo-se então o mandado de prisão expedido contra ele.

Agora a polícia segue com a investigação para identificação de outras possíveis vítimas e deve solicitar sua prisão preventiva.

Comentários

Comentários