APÓS INQUÉRITO

MP avalia exumação de Orelha ao detectar 'inconsistências'

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Instagram
A medida não está descartada e pode ser adotada para esclarecer lacunas identificadas no inquérito policial.
A medida não está descartada e pode ser adotada para esclarecer lacunas identificadas no inquérito policial.

O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) avalia a possibilidade de pedir a exumação do corpo do cão Orelha, morto após agressões na Praia Brava, em Florianópolis, como parte de diligências complementares para aprofundar a investigação. A medida não está descartada e pode ser adotada para esclarecer lacunas identificadas no inquérito policial.

Segundo o MP-SC, uma análise preliminar dos autos enviados pela Polícia Civil apontou inconsistências que dificultam a reconstrução precisa dos fatos. A 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, e a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, indicaram a necessidade de novas apurações.

No eixo da Infância e Juventude, foram apontadas falhas no boletim de ocorrência quanto à possível participação de adolescentes. O procedimento tramita sob sigilo, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Paralelamente, a Promotoria criminal apura suspeitas de coação no curso do processo e ameaça, envolvendo familiares de adolescentes investigados e um porteiro de condomínio da região.

A Polícia Civil concluiu o inquérito na última terça-feira (3), apontando envolvimento de adolescentes na morte do animal, com pedido de internação de um deles e indiciamento de três adultos por coação a testemunha. O MP-SC informou que novas medidas devem ser formalizadas nos próximos dias, após a requisição de diligências complementares.


*Com informações do Metrópoles

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