MORTE CRUEL

Corpo de Esther, de 4 anos, é achado de cabeça para baixo em poço

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/@diariodepernambuco/Instagram
Esther desapareceu na segunda-feira (20) quando foi atrás dos irmãos para um campo de futebol próximo.
Esther desapareceu na segunda-feira (20) quando foi atrás dos irmãos para um campo de futebol próximo.

Uma criança de quatro anos, Esther Izabelly Pereira da Silva, foi encontrada morta de cabeça para baixo numa cacimba de 3,7 metros em São Lourenço da Mata, na Grande Recife (PE). O corpo apresentava sinais de espancamento. Ao seu redor, havia um preservativo e uma embalagem de achocolatado, o que elvanta a suspeita de que houve violência sexual. As informações são do G1.

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Esther morava com a família na comunidade Ettore Labanca, no Pixete. Desapareceu na segunda-feira (20) quando foi atrás dos irmãos para um campo de futebol perto de casa.

Vizinhos, familiares, bombeiros e Polícia Militar procuraram a criança, enquanto moradores faziam protestos por respostas sobre o caso. O corpo foi localizado na terça-feira (21).

Cena do crime 

A cacimba ficava numa casa alugada, coberta por laje de concreto, no mesmo bairro. A área exibia placa de "vende-se". Esther tinha lesões na cabeça e defecou no local, o que indica sofrimento extremo. Também segundo o G1, o delegado responsável pelo caso, Sérgio Ricardo, apontou que o achocolatado pode ter sido usado para atraí-la.

Uma camisinha foi encontrada ao lado do corpo. A polícia aguarda laudo do IML para confirmar violência sexual.

O tio da menina é quem localizou o corpo com ajuda dos bombeiros. Ele chamou o momento de "a pior experiência da vida". O enterro foi ontem (22), com grande comoção entre os familiares, vizinhos e outros moradores.

Suspeitos

A casa com a cocimba foi alugada há seis meses por dois homens. A família de Esther conhecia esses moradores apenas de vista.

Fernando Santos de Brito, de 27 anos, e Fabiano Rodrigues de Lima, de 31, inquillinos do imóvel, foram presos por ocultação de cadáver. A prisão foi convertida em preventiva, por risco à ordem pública. Eles passaram pelo Cotel (Centro de Observação Criminológica), em Abreu e Lima, também na Grande Recife, e depois foram transferidos ao Presídio de Igarassu. A participação da dupla no homicídio ainda é investigada.

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