Em 7 de março, há duas semanas, a Embaixada dos Estados Unidos em Moscou emitiu um alerta aos seus cidadãos, pedindo que evitassem aglomerações, incluindo concertos. O aviso tinha validade de 48 horas.
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Na madrugada desta sexta-feira (22), tarde no Brasil, o ataque a uma casa de shows no subúrbio de Moscou, na Rússia, resultou em ao menos 40 mortes e 100 feridos. Até o momento, o Kremlin não se pronunciou sobre o alerta.
As recomendações da Embaixada dos EUA eram de evitar multidões, monitorar a mídia local para atualizações, estar atento ao ambiente ao seu redor.
Após o ataque desta sexta, um grande incêndio consumiu parte do edifício, e cerca de 100 pessoas foram resgatadas pelo terraço do complexo, com escadas e helicópteros.
Autoridades locais informaram que um grupo de desconhecidos, composto por duas a cinco pessoas abriram fogo contra os guardas na entrada do local do concerto. Em seguida, atiraram indiscriminadamente no público.
Outro aviso
Em 8 de março, a embaixada americana alertou que “extremistas” tinham um plano iminente de atentado em Moscou e solicitou que os cidadãos americanos deixassem a Rússia imediatamente e evitassem aglomerações.
Este aviso foi publicado horas depois de o FSB (Serviço Federal de Segurança da Federação Russa) divulgar que frustrou o possível atentado contra uma sinagoga, em que uma célula radical do Estado Islâmico se preparava para atacar fiéis com armas de fogo.