GUARDA MUNICIPAL

Família inteira é presa em Jundiaí após agressão a trabalhador

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
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O bate-boca evoluiu para agressões sofridas pelos funcionários
O bate-boca evoluiu para agressões sofridas pelos funcionários

Um homem foi preso por guardas municipais de Patrulhamento Comunitário do Plantão Delta Noturno, na região do bairro Vianelo, em Jundiaí, na madrugada desta terça-feira (21), suspeito de agredir funcionários de uma empresa de telefonia que prestavam serviço próximo à casa dele. Para prendê-lo foi necessário chamar reforço e foram utilizados gás de pimenta e arma de choque. Durante a ocorrência, a esposa e filha dele também foram presas, por resistência e desobediência.

Os GMs Leonarde e Nabor faziam patrulhamento, quando avistaram uma aglomeração de pessoas. Quando se aproximaram para averiguar, foram recebidos por dois funcionários da empresa de telefonia, que pediram ajuda alegando terem sido agredidos pelo morador de uma casa na rua das Pitangueiras. Segundo apurou o Jornal de Jundiaí, eles prestavam serviço em frente à casa do suspeito que, incomodado com o barulho, reclamou e iniciou uma discussão. O bate-boca evoluiu para agressões sofridas pelos funcionários em serviço, sendo utilizada uma barra de ferro. Um deles foi atingido gravemente no rosto e precisou ser socorrido ao hospital.

Os guardas foram até a casa do suspeito, sendo recebidos por ele, a esposa e a filha, que estavam na calçada. Ao ser indagado, ele confessou ter agredido a vítima após uma discussão. Bastante nervoso, ele não quis se identificar para os agentes e recebeu voz de prisão. Neste momento ele entrou em sua casa e se recusou a se render. Foi solicitado reforço e, diante da situação de flagrante, os guardas entraram no quintal para pegá-lo. Ainda nervoso, o homem agrediu um dos GMs com um soco no rosto, sendo contido com uso de força e instrumentos de menor potencial ofensivo - gás de pimenta e arma de eletrochoque.

A todo momento, de acordo com os guardas, a esposa e filha tentavam impedir a prisão dele, agindo de forma ativa contra as equipes, além de desacatarem com palavras ofensivas. Diante dos fatos, ele foi conduzido ao Hospital São Vicente e a esposa e filha foram conduzidas ao Plantão Policial, para onde ele também foi levado posteriormente - o objeto utilizado para a agressão foi apreendido.

Após ouvir as partes envolvidas, o delegado Francisco Felipe Preuss determinou a prisão de toda a família, pelos artigos 329 (Resistência) e 330 (Desobediência). O suspeito, que tem passagens criminais por roubo e estelionato, agora foi preso por resistência, desobediência e lesão corporal dolosa.

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