COMPARSAS PRESOS

Professor de jiu-jítsu preso em Jundiaí é solto para responder por furto em liberdade

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 1 min
Shutterstock / Ilustração
O professor foi libertado provisoriamente pela Justiça
O professor foi libertado provisoriamente pela Justiça

Um professor de Jiu-Jitsu, de 27 anos, morador em Taboão da Serra, em São Paulo, preso na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, última sexta-feira (1), suspeito de furtar mais de R$ 7 mil em azeite em um supermercado em Hortolândia-SP, foi liberado durante audiência de custódia, para responder pelo crime em liberdade.

Outros dois homens, possivelmente seus comparsas, não tiveram a mesma sorte e o flagrante de ambos foi convertido em prisão preventiva, após representação do delegado Alexander De Paula. Eles têm diversas passagens criminais e por isso o juiz decidiu pela manutenção da prisão.

O CASO

Policiais militares de Jundiaí receberam informações de que três homens que haviam acabado de furtar caixas de azeite em um supermercado de Hortolândia, estavam em um carro na rodovia Anhanguera, fugindo no sentido Capital. Várias equipes montaram um cerco e abordaram os suspeitos já em Jundiaí. Com eles nada de ilícito foi encontrado, nem mesmo os produtos furtados - que foram levados por um quarto integrante do bando, em outro automóvel.

Eles foram conduzidos ao Plantão Policial, para onde também foi uma representante da rede de supermercados em questão. Ela apresentou imagens de câmeras de monitoramento que mostraram toda a ação criminosa, praticadas justamente pelos três homens ora detidos. Por está razão, inclusive, De Paula os prendeu em flagrante, mesmo sem a recuperação dos produtos furtados.

Durante audiência de custódia, apesar de a Defensoria Pública pedir a liberação de todos eles, o juiz entendeu que apenas o lutador, réu primário, deveria ser solto. Os demais foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Jundiaí.

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