GMs do Tático Motos prendem suspeito de matar idoso no Terminal Central de Jundiaí

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
JORNAL DE JUNDIAÍ
Os GMs conduziram o homem detido ao 7º DP, onde ele foi formalmente preso
Os GMs conduziram o homem detido ao 7º DP, onde ele foi formalmente preso

Guardas municipais do Tático Motos detiveram no final da tarde desta sexta-feira (16), na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, um idoso de 66 anos, suspeito de matar um homem, também idoso, de 64 anos, ao empurrá-lo de dentro de um ônibus, no Terminal Central, no dia 7 de setembro deste ano. Ele estava sendo procurado pela Justiça, com mandado de prisão temporária expedido.

Os GMs R. Oliveira, Barros, Tiago Santana e Almeida faziam patrulhamento pela rodovia, quando avistaram um homem na condução de um veículo Voyage, e suspeitaram se tratar do autor do crime ocorrido no Terminal, com base em suas características físicas. Já cientes do mandado de prisão em aberto, os agentes efetuaram a abordagem e, ao consultar seus dados pessoas, foi constatado se tratar, de fato, do procurado pelo crime de homicídio em questão.

Com ajuda de uma equipe do Apoio Tático (GMs Pierre, Zarantonelo e Pereira) e de uma guarnição de Operações com Cães (guardas Gildomar e Fábio Augusto), ele foi conduzido ao 7º DP, onde a prisão foi formalizada  por cumprimento do mandado. O suspeito, então, foi conduzido ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista. Neste sábado (17), ele passou por audiência de custódia, porém não foi possível, por ora, apurar o resultado - apesar de ter sido preso em cumprimento de mandado, algumas questões legais podem levar o juiz a soltar o indiciado.

RELEMBRE O CASO

No dia do crime, a vítima e o autor estavam dentro do ônibus, no Terminal, quando se desentenderam. Durante a discussão, o criminoso empurrou a vítima pela escada, que caiu e se feriu gravemente. Após isso o criminoso tentou deixar o local, mas foi detido por populares até a chegada da polícia. Conduzido à delegacia, ele contou que havia empurrado a vítima porque esta recusou a lhe dar dinheiro - também disse diversas frases desconexas e afirmou sem morador de rua. Na ocasião, ele foi autuado por lesão corporal e liberado para responder ao processo em liberdade, já que a vítima havia sido socorrida com vida ao hospital. Dez dias depois, o homem faleceu e o caso passou a ser de homicídio.

Durante as investigações, a Polícia Civil solicitou à empresa de ônibus imagens do crime e também ouviu testemunhas, até que, com provas concretas da autoria, pediu a prisão temporária à Justiça.

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