Todos. Um dia... Que dia? SDS (Só Deus Sabe). Então urge tratarmos nossa vida como que um empreendimento. Lucrativo, se possível. Não lucrativo (também pode acontecer). Acima de tudo: seja como um timoneiro do seu navio na vida. Mar calmo, mar revolto... Não se sabe... O importante é ter sempre a certeza do dever muito bem cumprido na missão a nós entregue. Até o dia da despedida final -que chegará para todos in-dis-tin-ta-men-te. Todos iguais. Todos mortais. Chegamos e, com certeza, partiremos. Que nossas vidas não sejam em vão. E é de suma importância incluir neste “pacote”, a palavra finitude. Foi esse um dos assuntos que conversei com o médico Ulisses Gianechini (foto com o psiquiatra Sérgio Hallak). Como a mim disse Ulisses (prezado muito/conceituado muito): você não mais verá aquela pessoa (que partiu). Nunca mais. Trabalhe isto na sua cabeça e procure aceitar. Porque é a realidade. Repetindo: você não verá a pessoa que partiu, nunca mais. Procure, então, trabalhar sua mente com as lembranças. Apenas lembranças....
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