O pequeno Davi Lucas da Silva Ribeiro, de 2 anos, cuja história já foi contada aqui no Portal GCN, tem enfrentado mais uma batalha. Davi tem um esôfago inchado e não pode consumir nenhum tipo de alimento sólido. Tudo precisa ser pastoso. Segundo sua mãe, Francismara Soares da Silva, 29, o médico responsável pelo tratamento do Davi indicou para ele um "espessante alimentar", um produto que ajuda as pessoas com problemas na deglutição, ou seja, quando engolem os alimentos, como no caso de Davi.
Porém, sua família não tem como custear o produto. “Tentei ir à farmácia de alto custo, mas a iinformação é que eu deveria passar novamente pelo médico e pedir para ele responder um formulário. Mas nossa próxima consulta é só no dia 2 de agosto, não sei como ele vai ficar sem o espessante até lá. Não temos condição”, explicou a mãe.
Posição da Secretaria de Saúde do Estado
A reportagem do GCN questionou a Secretaria de Estado da Saúde, que informou, através do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Franca, que o formulário de solicitação para o "Espessante Alimentar" pode ser preenchido pelo profissional da Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência do paciente, não sendo necessário esperar até o dia da consulta. Assim que os formulários estiverem preenchidos, segundo o órgão, o usuário poderá retornar ao DRS para as providências e encaminhamentos.
Porém, a mãe do paciente disse que já levou até a farmácia de alto custo, de responsabilidade do Estado, um formulário preenchido por um médico plantonista da UPA, e o documento não foi aceito.
A reportagem voltou a questionar o DRS a respeito, porém, até a publicação desta matéria, não havia resposta, que será publicada caso enviada.
Posição da Secretaria de Saúde de Franca
Já a Secretaria de Saúde do município informou que, apesar de o espessante alimentar não ser "padronizado no atendimento da rede municipal", se coloca à disposição da família do paciente para que ele não fique desassistido.
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