Os grifos eram monstros com corpo de leão, cabeça e asas de águia. Possuíam o dorso recoberto de penas. Tinham patas enormes. Estes seres seriam descendentes dos arispianos, um povo da Cíntia que possuía apenas um olho. Os arispianos formam outro conjunto de lendas, pois nunca houve na Terra humanos com único olho.
As presas dos grifos eram gigantescas. Tais bichos possuíam habilidade de construir ninhos com o ouro encontrado nas montanhas. Por isso botavam lindas pedras de ágatas ao invés de ovos. Os grifos eram muito vigilantes com seus filhotes, pois os caçadores procuravam seus ninhos por causa do ouro e os matavam.
Inspirados por este mito muito antigo, os russos criaram um selo para a Copa com a figura do animal. Adaptado aos nossos tempos, o grifo da Copa 2018 calça chuteiras e leva no escudo uma bola de futebol. E por que exatamente este ser mitológico? É que ele estava presente no brasão da dinastia Romanov, os czares (imperadores) que dominaram a Rússia de 1613 a 1917.
Mas a figura do grifo – aparentemente – surgiu no Oriente Médio, onde povos muito antigos, como babilônios, assírios e persas, “deram vida” à criatura em pinturas, esculturas e na literatura.
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