Região de olho em verbas de fundo federal para educação

Coordenadores do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do MEC (Ministério da Educação e Cultura), se reuniram ontem, na Unifran (Universidade de Fran

09/05/2006 | Tempo de leitura: 1 min

Tânia Pasqualini e Carlos Nunes da Costa, coordenadores do FNDE, explicaram a prefeitos da região como fazer um projeto aprovado pelo fundo
Tânia Pasqualini e Carlos Nunes da Costa, coordenadores do FNDE, explicaram a prefeitos da região como fazer um projeto aprovado pelo fundo
Coordenadores do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do MEC (Ministério da Educação e Cultura), se reuniram ontem, na Unifran (Universidade de Franca) com prefeitos e representantes dos 26 municípios que formam o Comam (Consórcio dos Municípios da Alta Mogiana). O fundo federal financia projetos municipais na área de Educação. O encontro serviu para que os prefeitos e secretários aprendessem os procedimentos corretos de elaboração e envio dos projetos. As verbas do FNDE são disputadas por mais de cinco mil cidades brasileiras. Por isso, cada detalhe do projeto é importante. Tânia Pasqualini e Carlos Nunes da Costa, coordenadores do FNDE, explicaram passo a passo a elaboração das propostas. “Muitas vezes, por falta de uma assinatura do prefeito, o projeto fica na prateleira e não tem prosseguimento”, disse Nunes da Costa. Além deles, o Agente Regional do Ministério da Ciência e Tecnologia, Walter Colombini, anunciou para agosto a realização do Primeiro Fórum de Inovação Tecnológica e Inclusão Social, que será realizado também na Unifran em agosto. Na oportunidade, será a vez do Ministério da Ciência e Tecnologia repassar orientações aos líderes municipais. O FNDE apresenta, desde 2002, ano de sua criação, um aumento significativo de municípios contemplados. No primeiro ano do fundo, 497 cidades (33 de São Paulo) foram beneficiadas. Em 2005, foram 1.625 (99 em São Paulo). Encontros como o de ontem colaboram para continuar aumentando os números. “O objetivo é facilitar o entendimento da formulação dos projetos para os municípios. Assim, quando enviados ao MEC, os projetos estarão bem elaborados”

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