No trajeto para o trabalho, bancária ‘engastalha’ carro em buraco na rua

As chuvas pioram a situação dos buracos e causam mais transtornos pelas ruas de Franca. A bancária Luciana Aparecida de Paula, 23, sabe bem o que é isso.

24/02/2006 | Tempo de leitura: 2 min

A bancária Luciana Aparecida de Paula é vista ao lado de seu carro, após cair em buraco no cruzamento das ruas Irmãos Antunes e Nelson Viaro, no Jardim Guanabara
A bancária Luciana Aparecida de Paula é vista ao lado de seu carro, após cair em buraco no cruzamento das ruas Irmãos Antunes e Nelson Viaro, no Jardim Guanabara
As chuvas pioram a situação dos buracos e causam mais transtornos pelas ruas de Franca. A bancária Luciana Aparecida de Paula, 23, sabe bem o que é isso. Nas últimas semanas, ela sofreu prejuízo constante em seu Gol branco devido às crateras das vias da cidade. O maior susto foi ontem. Ela estava com a colega de trabalho Tatiane Nascimento, grávida de oito meses, e se dirigia para prestar um serviço bancário em uma empresa. Ao chegar em uma das ruas do Jardim Guanabara precisou retornar porque caminhões estavam na porta das fábricas para descarregar mercadorias. Nesse momento, a motorista deu ré e caiu em um buraco. No meio do cruzamento das ruas Irmãos Antunes e Nelson Viaro, o veículo ficou com os pneus do lado direito no ar. “Assustei muito e fiquei preocupada com a minha amiga, com medo de o bebê dela nascer. Mas ainda bem que não aconteceu nada com ela e eles estão bem”. Ela registrou boletim de ocorrência, acionou a prefeitura para auxiliar na remoção do veículo e precisou ficar no local do acidente por duas horas e meia até poder voltar ao trabalho. “A prefeitura pagou R$ 50 para o guincho tirar o carro do lugar e vou pedir ressarcimento dos gastos necessarios para arrumar o automó vel”. Com a queda, a roda amassou, um dos pneus furou e o automóvel ficou desalinhado. O diretor de Serviços Municipais, Ismar Tavares (substituto da secretária da pasta, Valéria Marson), disse que a forte chuva desta semana causou o levantamento de uma tampa de concreto quadrada com dois metros de largura de cada lado e 20 centímetros de altura e que cobre a tubulação da rua. O espaço precisará passar por reformas. “Não sei precisar o tamanho da tampa, mas até a semana que vem providenciaremos a recolocação da mesma. Deveremos gastar cerca de R$ 1,5 mil nesse reparo”. Ismar disse que Luciana de Paulo terá de protocolar um documento na prefeitura com fotos e boletim de ocorrência para pedir ressarcimento dos danos causados no veículo. Caberá ao setor jurídico avaliar se a motorista será ressarcida pelo município.

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