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Há poucos dias acompanhei uma matéria da EPTV de Ribeirão Preto, falando de uma vigilância solidária, criada por moradores de um bairro daquela cidade, mais precisamente num trecho de rua que vinha sendo “visitado” frequentemente por bandidos. O que eles fizeram? Reuniram-se, criaram uma espécie de condomínio, decidiram instalar câmeras no local, que custou menos de R$ 200 para cada morador. Contrataram dois vigilantes que se revezam, e acabaram os furtos e roubos por lá. A ideia é boa, desde que haja primeiramente a devida união entre os vizinhos, em vez de se fecharem em suas casas e nem cumprimentarem quem mora naquele quarteirão. Outra coisa, mas aí dependeria do comando da Polícia Militar, seria o policiamento com equipes praticamente fixas em cada bairro, passando a ter um entrosamento natural, com moradores conhecendo melhor os policiais e vice-versa. Melhor ainda se essas equipes pudessem ser formadas por policiais residentes no mesmo bairro. Com isso, os bandidos ficariam menos à vontade para agir e os moradores teriam a sensação de proteção mais próxima. Sabemos que não há um efetivo necessário para marcar presença em todos os lugares, mas uma divisão bem programada pelo comando daria bom resultado. Viaturas e motos teriam condição de atender mais rapidamente o chamado daquele local, até por passarem a conhecer melhor a área. Fica a sugestão para os conselhos de segurança discutirem com os comandantes do policiamento. A verdade é que, se a sociedade não se organizar, a bandidagem toma conta, e ficando cada vez menos protegidos.
Muita gente da TUP também muda de idade esta semana O mano Jayme Rodrigues Neto, a cunhada Maria Helena Lima Navarro, a sobrinha Maria Cristina Maníglia de Melo, a médica Daniela Sardini e o Clesinho Nascimento (das frutas), todos na próxima na sexta- feira E mais: a médica Eneida Maníglia, dona Júlia Moscardini (9.3), Isabela Moscardini, vereadores Marco Garcia e Luiz Vergara e Antônio Carlos Ribeiro, todos no sábado
Franca perdeu um de seus derradeiros médicos daquela geração que tinha por ideal atender com carinho seus pacientes, independente se ele podia ou não podia pagar. Doutor Cirilo Barcelos era assim; não cobrava e muitas vezes ainda pagava os remédios, mandando marcar na Farmácia do ‘seo’ Jaime. Ele encerrou sua bonita missão na terra, mas deixou uma marca, que deve servir de exemplo aos seus jovens colegas de profissão.
Tente encontrar uma rua num bairro da periferia da cidade, procurando pelas placas com o seu nome. Logo você vai desistir e apelar para algum estabelecimento comercial, perguntando onde fica, já que as placas não existem, ou estão viradas e danificadas. A Prefeitura devia fazer um mutirão neste sentido, acabando com o problema. Não deve ficar mais caro do que certos aluguéis e contratações de prestação de serviços em eventos...
A estrada vicinal entre Cristais Paulista e Ribeirão Corrente tem um trecho sem o asfalto, mas que já foi prometido pelo governador, inclusive com a verba, mas nunca começa. Até o nome foi escolhido pelos moradores: José Moscardini Primo, antigo e saudoso fazendeiro da região. Resta agora os prefeitos Miguel Marques e Aírton Montanher cobrarem do deputado Roberto Engler a execução da obra já aprovada.
Cansado de ter a calçada de sua casa suja com o cocô de cães, que saem para passear com seus donos ou donas, conhecido nosso ficou de plantão na hora provável da visita. Quando o animal começou a defecar, ele pegou um saco plástico e entregou à mulher para que recolhesse a sujeira. Como ela se negou, ele mesmo recolheu as fezes e seguiu-a até sua casa. Lá chegando ele despejou na calçada dela, alegando que aquilo lhe pertencia...
Voltando ao assunto de lixo colocado em canteiros centrais de avenidas, é preciso que moradores e principalmente comerciantes evitem essa prática. Coloquem o saco de lixo na calçada de sua casa ou comércio, pouco antes do caminhão passar, em vez de atravessar a rua e levar para o canteiro central. Se cada um resolver colaborar, todos vão perceber a mudança do visual e da higiene no meio ambiente.
Mudando de idade amanhã a Sheila e Lara Toledo Yunes, o Aniz Nassif Neto, Pastora Míriam, médico Waldemar Caleiro e o Stroga, do restaurante... Na terça: Claudinei Jacobini, Toninho Verzola e Wanderlei (Dim) Barbosa... Na quarta, sr. José Ferreira dos Reis (93 anos) e o meu amigo Valdecir Pagnan, da Auto-Escola Metrópole... Abraço a todos.
Um simples trabalhador da construção civil, arrumou serviço em Brasília, juntou um dinheirinho e comprou uma bicicleta e foi conhecer a cidade. De repente ele parou em frente ao prédio do Congresso e encostou a bicicleta para tirar umas fotos. Logo veio um guarda dizendo que ele não podia deixar aquela bicicleta no meio do caminho.
- “Mas, por que não pode, ‘seo’ guarda?”
- “É que aqui passam toda hora muitos deputados e senadores”.
E o homem, tranquilo:
- “Não tem importância, não... a bicicleta tem cadeado!”