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Esta mensagem, que recebi há poucos dias, contém uma lição, que deveria ser refletida antes de se fazer qualquer brincadeira de mau-gosto, principalmente contra alguém mais humilde. Diz que um jovem universitário saiu um dia com um professor muito amigo dos alunos e, enquanto caminhavam, viram um par de sapatos velhos e calcularam que pertencia a um homem simples que trabalhava no campo. O aluno então propôs ao professor: “Vamos esconder os sapatos dele e ficar atrás de uma árvore só para ver a cara dele quando não os encontrar?” O professor, entretanto, sugeriu outra coisa, dizendo ao aluno: “Você é rico e pode dar uma alegria a esse pobre homem; coloque uma moeda em cada sapato, e nós ficaremos escondidos para ver a reação dele”. E assim fizeram. Quando o pobre homem terminou o trabalho e foi calçar os sapatos, sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Foi calçar o outro sapato e aconteceu a mesma coisa. Quando ele pegou as moedas, olhou para os lados e não viu ninguém, caiu de joelhos ao chão, elevou os olhos para o céu, e em voz alta, fez um agradecimento a Deus, falando da esposa doente e sem ajuda, e dos filhos que não tinham comido pão naquele dia, e devido àquela mão desconhecida, já não passariam fome. O jovem estudante ficou profundamente emocionado e com os olhos cheios de lágrimas. Então, o professor perguntou: “Você não ficou mais satisfeito com esta brincadeira em vez da outra?” E o jovem comentou: “Não vou mais me esquecer dessa lição. Agora entendo o que antes não sabia: É muito melhor dar do que receber!”.
Esta coluna é lida pelo pessoal do Empório do Chopp, convidando para o coquetel de inauguração, na próxima quarta-feira, dia 15, na rua Tiradentes, 1613 também lê a gente o advogado e professor de Direito, Edinho Junqueira Wanderley Ferreira, diretor do Hospital Allan Kardec, que segue lutando contra a defasagem do SUS João Batista e Paulo Xavier, no comando da Padaria Estrela e muitos mais
Diariamente se noticia e se comenta sobre acidentes no trânsito, envolvendo carros e principalmente motos. De fato, a situação é assustadora. Mas, também os pedestres precisam estar atentos. Temos visto muita gente atravessando ruas e avenidas com fones de ouvidos ou até passando e recebendo mensagens no celular. Muitos nem olham se vem vindo algum veículo. Olhando já é perigoso, imagine sem olhar.
Comer um churrasquinho no espeto é muito gostoso, mas é preciso tomar alguns cuidados, para evitar surpresas como aconteceu recentemente. Como a carne estava enfiada num pedaço de bambu, uma jovem teve a garganta ferida por uma farpa, e precisou de atendimento médico. Então, observe se o espeto é apropriado, como costumam ser vendidos em alguns supermercados. Olho vivo também na qualidade da carne.
Ouvi, mais uma vez, queixa de um técnico de televisão e aparelhos de som que é procurado para fazer um conserto, combinam o preço, o serviço é efetuado, mas o dono não vai mais buscar o aparelho. O pior é que ele não pode vender, que aí acaba sendo acionado pelo freguês embrulhão. O mesmo se dá com sapatarias e outras oficinas de conserto. Convenhamos, é muita cara de pau, autorizar um conserto e depois não buscar.
Aniversaria hoje o jovem Caio Pessoni Borges... Amanhã, o Edinaldo Balduíno Miranda e o médico Cirilo Barcelos Filho... Na terça: Luís Cláudio Bassoteli e Carlos Alexandre Guaraldo... Quarta-feira: Célio Perez Chimelo e Maria Izabel Marmol Pizzo... Na quinta: Lúcia Paulino Sanches... Na sexta, o colega do GCN Rodrigo Henrique Oliveira e Vera Lúcia Lopes (Salão V.L.) e sábado: Di Orsini e vereador Adérmis Marini... Abraço a todos.
Recebi do amigo e leitor Flávio Newton de Melo esta foto que pertence à Terezinha Diniz, reunindo alunas do antigo curso normal do Colégio N.S. de Lourdes, isso no ano de 1948. Não sei exatamente a ordem, mas foram passados os seguintes nomes das alunas: Luzia, Aparecida Almada, Dica Retucci, Margarida Nogueira, Edite Aliprandine, Maura Sandoval, Eunice Cintra, Dirce Pucci, Zuleica Gomes, Terezinha Diniz, Deise Corrêa e Lucila Scarabucci. A foto foi feita junto ao antigo caramanchão, na Praça N.S. da Conceição. Faz tempo, heim?
O dono de uma empresa, passando por esse momento de dificuldade geral, não teve outra saída e chamou os quatro funcionários do escritório, informando que teria de demitir um deles. Imediatamente, um dos funcionários, afrodescendente, já apelou, dizendo que por ser negro, é de uma minoria desfavorecida e isso seria uma discriminação. O mais velho deles, um senhor com mais de 65 anos, prometeu entrar com ação por discriminação pela sua idade. A única mulher, choramingando, falou: “O senhor não pode escolher uma mulher entre três homens. É uma discriminação e posso até falar com aquela senadora”.
Nisso, olharam para o quarto funcionário, um jovem, saudável, saradão, loiro e boa pinta. Ele, então, falou num tom meloso:
- “Ah, gente... Eu nunca falei isso pra vocês...mas eu sou gay!”