Painel

07/02/2016

Laércio de Franca entre as 8 Big-Bands

O amigo Marcos Derruci, lá da firma Amazonas, é um apaixonado pela preservação da memória de patrimônios, que não podem simplesmente desaparecer. E me enviou material falando a respeito do jornalista José Ildefonso Martins, que vem percorrendo o interior paulista, com o propósito de contar as histórias de orquestras de bailes, carinhosamente apelidadas por ele de “Big- Bands Caipiras”. Todo o material coletado até o momento conta a história de oito orquestras das mais significativas, dos anos 50 ao final dos anos 70. São elas: Sul-América de Jaboticabal, Nélson, Jassom e Leopoldo, as três de Tupã, Continental de Jau, Pedrinho de Guararapes, Arley de Catanduva e a Laércio de Franca. Das oito, apenas três ainda estão na ativa, teimando em sobreviver: Sul-América, Arley e Leopoldo. Tudo está sendo feito com apoio do Sesc de Campinas, incluindo um livro com a história dessas orquestras, uma exposição e até apresentações especiais, passando pelas cidades dessas orquestras que marcaram época. Franca precisa estar presente, até como homenagem ao maestro Laércio Piovesan, já com seus 84 anos, e que encantou gerações com sua orquestra. O nosso Museu da Imagem e do Som, por acaso tem algum material sobre a Laércio de Franca? Uma pena que o MIS tenha sido reduzido apenas a uma saleta na Casa da Cultura. E o Sesc de Franca? Não vai aderir à iniciativa do seu coirmão de Campinas? Vamos aguardar.

Esta coluna também é lida pelo amigo Fernando Lourenço Fernandes (muda de idade na quinta-feira), Alípio Resende Araújo Neto, colega e amigo Renato Valim, Edson Arantes (comandante das Lojas Chok Doce), Carminha da Silva e Éber Casadei (todos na sexta) e no sábado, professora Olga de Faria e Paulinho Silas  Abraço também ao colega e amigo Leandro Ferreira, da Insight, que está de nova idade desde o último dia 31  

07/02/2016

Cadê a Guarda?

Usuários do Terminal Central dos Ônibus, denominado de Ayrton Senna, mas que devia se chamar José Gonçalves, não têm mais nenhum guarda civil para preservar o patrimônio e garantir a segurança dos passageiros. Dia desses, numa briga entre mulheres, não havia ninguém para botar ordem na casa. Cadê a Guarda Civil? Tomou Doril e sumiu?

07/02/2016

E tem mais

Além do terminal central dos ônibus, também não se vê um único guarda civil municipal no Terminal do Jardim América nem na área central, como forma de manter a ordem nas praças e calçadões. Bicicleteiros continuam circulando por lá livremente, assim como motoqueiros, sem contar a depredação e sujeira nos bancos, alguns deles transformados em varal para moradores de rua estenderem suas roupas. Tá tudo abandonado.

07/02/2016

Falta de sintonia

Tem reparos na rua que são urgentes, mas nem sempre é necessário interromper o trânsito em área central e de grande movimento, como vimos por duas vezes equipes da Sabesp fechando ruas e provocando o maior congestionamento de veículos. Por  que a Prefeitura não determina que esses reparos sejam feitos à noite ou em finais de semana?

07/02/2016

Virada do deputado

Deputado Roberto Engler agiu rápido no capítulo da cobrança de pedágios na região, conseguindo com sua presença no encontro de Araraquara, reverter a situação delicada. É isso aí, deputado, mostre a força de seus 122 mil votos, e aproveite também para exigir a volta do 190 para o Copom de Franca. 

07/02/2016

Aniversários

Muda de idade amanhã, meu sobrinho Danilo Rodrigues R. de Araújo, a psicóloga e escritora Maria Luiza Lana Salomão e Zélia Bernardes Salloun... Na terça-feira: Cassiano Lima e o médico Marco Aurélio Dainezi... Na quarta, a sobrinha Lúcia Helena Navarro Leonard, Wanderley Tristão, Lourdinha Lazarine, dona Jurací Tristão (90 anos) e o Josué, motorista do GCN... Na TUP tem mais aniversariantes...
 

O leitor e amigo Marcos Derruci nos manda também a foto da Orquestra Laércio de Franca, em 1962, no estúdio de gravação de seu primeiro LP. Em pé, da esquerda para a direita: Filhote, França, Oscar Toffeti, França, Roberto Pitoco, Hélio Medeiros, Juvenil,
O leitor e amigo Marcos Derruci nos manda também a foto da Orquestra Laércio de Franca, em 1962, no estúdio de gravação de seu primeiro LP. Em pé, da esquerda para a direita: Filhote, França, Oscar Toffeti, França, Roberto Pitoco, Hélio Medeiros, Juvenil,

07/02/2016

Antigos carnavais

Ele foi um dos mais expressivos Reis Momos do Carnaval de Franca, no decorrer dos anos 70/80. Bons e animados tempos em que o médico Aníbal Vilela Moreira puxava o samba na avenida e nos salões, sempre demonstrando a maior alegria e animação. Além de médi
Ele foi um dos mais expressivos Reis Momos do Carnaval de Franca, no decorrer dos anos 70/80. Bons e animados tempos em que o médico Aníbal Vilela Moreira puxava o samba na avenida e nos salões, sempre demonstrando a maior alegria e animação. Além de médi

O abraço especial de hoje vai para a amiga Nely Tereza Borges Feitosa, viúva do José Andrade Feitosa, e que está emplacando seus 79 anos, na maior disposição, viajando sempre. É mãe do Cláudio, casado com a Eleide, Fernando, casado com a Lara, e a Andréia
O abraço especial de hoje vai para a amiga Nely Tereza Borges Feitosa, viúva do José Andrade Feitosa, e que está emplacando seus 79 anos, na maior disposição, viajando sempre. É mãe do Cláudio, casado com a Eleide, Fernando, casado com a Lara, e a Andréia

Depois de um naufrágio, restaram oito sobreviventes numa ilha deserta. Eram sete homens e uma mulher. Depois de um tempo foram se adaptando à nova situação. A jovem mulher dava conta dos sete homens.
Um dia, como golpe do destino, a mulher morreu. 
Na primeira semana, tudo bem... veio a segunda semana... dava pra levar. Na terceira semana o bicho começou a pegar. A situação ficou tão feia, que decidiram:
- “É, galera, não dá mais... Vamos ter de enterrar a mulher!”

07/02/2016

Dica do dia

Para manter a couve-flor branca, basta adicionar um pouco de leite na água do cozimento.