1º BIMESTRE

Início deste ano tem geração de emprego sólida em Jundiaí

Por Redação |
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Divulgação / Prefeitura de Jundiaí
O destaque na geração de emprego vai para a Indústria, com 836 vagas abertas
O destaque na geração de emprego vai para a Indústria, com 836 vagas abertas

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desesempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Jundiaí teve um início de ano positivo em relação a geração de emprego, com destaque para o setor industrial. No primeiro bimestre deste ano, foram criados 1.421 postos de  trabalho com carteira assinada na cidade.

O destaque do período de janeiro e fevereiro foi a Indústria, que abriu 836 vagas de emprego formal na cidade. Em seguida, aparecem os setores de Construção (541) e Serviços (163). Por outro lado, no acumulado dos dois meses, os setores de Agropecuária (-14) e Comércio (-105) perderam postos.

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No mês de fevereiro, especificamente, foram 10.239 admissões ante a 9.458 desligamentos, resultando no saldo de 781 postos de trabalho. A Indústria encabeçou este saldo, com 279 vagas abertas no mês. Em seguida, vêm Comércio (179), que havia perdido quantidade considerável de vagas em janeiro, Construção (172), Serviços (170) e Agropecuária (-19).

Com o montante adicionado, o município chega ao estoque de 188.606 pessoas em empregos formais. Ainda em fevereiro, as contratações foram impulsionadas por jundiaienses com Ensino Médio Completo e idades de até 24 anos. Mulheres também foram maioria.

No país

O Brasil registrou a geração de 255.321 empregos com carteira assinada em fevereiro de 2026, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta terça-feira (31) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O resultado é decorrente de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos no período.

Todos os cinco grandes setores da economia apresentaram saldo positivo no mês, com destaque para o setor de Serviços, responsável pela geração de 177.953 vagas. Também tiveram desempenho positivo a Indústria (+32.027), a Construção (+31.099), a Agropecuária (+8.123) e o Comércio (+6.127).

O setor de Serviços foi o principal responsável pelo resultado positivo em fevereiro, com destaque para as áreas de educação (+49.013), atividades administrativas e serviços complementares (+37.972), transporte e armazenagem (+17.886) e alojamento e alimentação (+16.920). Na Indústria, a criação de vagas foi impulsionada por segmentos como abate e fabricação de produtos de carne, processamento industrial do fumo e fabricação de calçados. Já na Construção, os maiores avanços ocorreram em obras de edifícios e infraestrutura.

Entre os grupos populacionais, o saldo foi positivo tanto para mulheres (+155.064) quanto para homens (+100.257). Os jovens de até 24 anos concentraram a maior parte das vagas, com 163.056 novos postos, o equivalente a 63,9% do total gerado no mês. O salário médio real de admissão em fevereiro foi de R$ 2.346,97, com queda de 2,3% em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2025, no entanto, houve aumento de 2,75%.

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