Donald Trump, em uma rotina que o coloca entre os piores governos da história dos EUA, demonstra claro desespero diante da queda de sua popularidade.
De olho nas eleições de novembro, ele promete o chamado “dividendo Trump”: um passe de mágica que concederia US$ 5 mil a cada cidadão americano, caso o Partido Republicano conquiste a maioria no Senado e na Câmara.
O custo dessa promessa irresponsável ultrapassaria US$ 1 trilhão aos cofres públicos.
Para completar o absurdo, o desmoralizado ocupante da Casa Branca apelou ao terrorismo verbal ao declarar que “quem não votar nos candidatos republicanos vai para o inferno”.
Não há como levar a sério um líder tão soberbo e mal-intencionado. Trump vem sufocando o próprio povo com o aumento do custo de vida, impulsionado por uma guerra insana contra o Irã e pela taxação abusiva de produtos importados.
Com um estilo que prioriza o caos global, é alarmante pensar no estrago que ele ainda poderá causar até o fim de seu mandato, em 2028.
Além de massacrar a economia doméstica, esse comportamento irresponsável destrói a histórica relação de confiança que os EUA mantinham com seus países parceiros.
O autor é colaborador de Opinião