SAÚDE

Quais os hábitos que mais aumentam o risco de infarto? VEJA lista

Por Will Baldine | Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 2 min
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A adoção de hábitos preventivos é considerada uma das principais formas de reduzir esses riscos
A adoção de hábitos preventivos é considerada uma das principais formas de reduzir esses riscos

A preservação da saúde do coração é um fator relevante para a manutenção do funcionamento do organismo. Especialistas apontam que determinadas práticas do dia a dia podem afetar o sistema cardiovascular e aumentar o risco de doenças cardíacas.

Saiba Mais:

Pesquisas indicam que comportamentos como tabagismo, falta de atividade física e alimentação com alto teor de gorduras estão associados a maior incidência de problemas no coração. A adoção de hábitos preventivos é considerada uma das principais formas de reduzir esses riscos.

Função do coração no organismo

O coração é responsável por impulsionar o sangue e distribuir oxigênio e nutrientes para os órgãos e tecidos. Quando esse funcionamento é comprometido, aumentam as chances de ocorrência de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), além de impactos no desempenho geral do corpo.

Hábitos que afetam a saúde cardiovascular

Diversas práticas podem interferir no funcionamento do coração. Entre as mais comuns estão:

Alimentação rica em gorduras
O consumo frequente de alimentos com alto teor de gorduras saturadas e trans contribui para o acúmulo de placas nas artérias, o que pode dificultar a circulação do sangue. A orientação é priorizar alimentos como frutas, verduras, grãos integrais e fontes magras de proteína.

Baixa ingestão de água
A falta de hidratação pode alterar a composição do sangue, tornando-o mais espesso e exigindo maior esforço do coração. A ingestão regular de água auxilia na manutenção do volume sanguíneo e da pressão arterial.

Ausência de atividade física
A falta de exercícios está entre os fatores associados ao aumento do risco cardiovascular. A prática regular de atividades físicas contribui para a circulação sanguínea, o controle do peso corporal e o equilíbrio da pressão arterial e do colesterol.

Tabagismo
O uso de cigarros expõe o organismo a substâncias que prejudicam as artérias, elevam a pressão arterial e reduzem a oxigenação do sangue. A interrupção do hábito está associada à redução de riscos cardíacos.

Consumo excessivo de álcool
A ingestão elevada de bebidas alcoólicas pode estar relacionada ao desenvolvimento de hipertensão, alterações no ritmo cardíaco e insuficiência cardíaca. A moderação é apontada como medida preventiva.

Cuidados com a saúde mental
Condições como estresse prolongado, ansiedade e depressão podem influenciar a pressão arterial e os níveis hormonais. Estratégias de controle emocional e acompanhamento profissional são indicadas para reduzir impactos no coração.

Qualidade do sono
Dormir poucas horas ou apresentar distúrbios do sono pode aumentar a probabilidade de hipertensão, diabetes e obesidade, fatores associados a doenças cardiovasculares. A regularidade do sono é considerada parte da prevenção.

Estresse contínuo
O estresse persistente pode provocar alterações na pressão arterial, no colesterol e em processos inflamatórios do organismo. Além disso, pode levar à adoção de comportamentos prejudiciais à saúde.

Importância dos exames preventivos

A realização periódica de exames é uma das formas de identificar alterações cardíacas em fases iniciais. Procedimentos como eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico permitem a detecção precoce de problemas que podem evoluir para quadros mais graves se não forem acompanhados.

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