HOMICÍDIO

Esposa de assassino confirma 'caso' com rapaz morto na academia

Por Da Redação | Londrina (PR)
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Lucas Santos
Lucas Santos

A esposa de  Lucas Wancler Ferreira dos Santos, investigado por homicídio dentro de uma academia, prestou depoimento à Polícia Civil nesta quarta-feira (7) e confirmou que manteve um relacionamento com a vítima,  David Schmidt Prado. A informação passa a integrar o inquérito que apura a morte ocorrida dentro de uma academia, registrada no início da semana.

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O depoimento foi colhido na delegacia de Londrina, no Norte do Paraná. A mulher compareceu de forma espontânea, acompanhada por uma advogada, e afirmou que teve envolvimento com a vítima durante um período em que estava separada do marido, Lucas Santos. O conteúdo do depoimento foi colocado sob sigilo.

Segundo a defesa, a mulher está emocionalmente abalada e tem recebido ameaças por meio das redes sociais desde que o caso ganhou repercussão. A advogada informou que medidas legais serão adotadas para coibir as intimidações.

O homicídio ocorreu na última segunda-feira (5) em uma academia da cidade. De acordo com a Polícia Civil, o crime foi premeditado. O investigado teria aguardado a vítima no estacionamento do estabelecimento e iniciado uma conversa antes de desferir os golpes com uma faca.

Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação. Após ser atingida, a vítima ainda tentou buscar ajuda dentro da academia, mas caiu após sofrer cinco facadas. O homem, de 37 anos, chegou a ser socorrido por equipes do Siate, mas morreu no local. Ele deixou um filho de seis anos.

Um policial militar que estava de folga e treinava na academia conseguiu conter o suspeito até a chegada das equipes da Polícia Militar.

Em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (7), a Justiça converteu a prisão temporária do investigado em preventiva por tempo indeterminado, a pedido do Ministério Público. O juiz destacou a gravidade do crime, praticado em local público, durante o dia e na presença de várias testemunhas.

A defesa solicitou que o investigado respondesse ao processo em liberdade, alegando ausência de antecedentes criminais e necessidade de tratamento psiquiátrico, mas o pedido foi negado. A Polícia Civil aguarda laudos periciais e dará continuidade às oitivas para a conclusão do inquérito.

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