É muito difícil acreditar e, por mais “profetizados” que já tenham sido muitas coisas, ainda nos fazem céticos. E mesmo estando aí, na nossa fuça, ainda relutamos a um entendimento, sem a aceitação dos fatos.
Uma coisa que acho interessante é como a globalização/tecnologias fazendo tudo em tempo real e esses “forçam fenômenos” cada vez mais. O da língua, por exemplo, mesmo sabendo que ela está em constante movimento, não sendo estática. Ainda assim, leva-se tempo para nos adaptarmos às “novas” palavras e aos seus contextos. E os sentidos destas que, às vezes, ficam mais noutras (apenas ou nem isso) o tempo de sabermos seus significados, e já caem no adormecimento. Não me esquecendo também das gírias, estas que também fazem parte das línguas.
Mas acho eu, sem querer ousar, ou me meter com gigantes como Pasquale Cipro Neto, Lispector, Drummond, Guimarães Rosa, Chico, Gil e Caetano e outras feras. Mas, como curioso, podemos ir até que bem mesmo até sendo outras línguas estrangeiras. Mas nada é muito por acaso, muito vai dos fenômenos (que só crescem) e das ações e a reações, a partir destes.
E se eu não estou só, estaríamos todo o mundo, literalmente ficando, cada vez mais loucos. Embora esse “louco” pode ser lido ou tido por várias traduções: cara de pau, obsceno, malandro, velhaco. Ou simplesmente a perda total do senso comum, tomando a todos por acéfalos, idiotas.
Foi daí o pedido de um dos filhos do ex-presidente “exilado por conta própria” (na verdade por conta de recursos do governo) nos USA. Querendo obter um passaporte apátrida, ou seja, para aquelas situações especiais de quem, por justa razão, ficaram “órfãos” de uma pátria. Refugiados que não são reconhecidos como “filho” em nenhum país. Quer dizer, nada a ver com o caso em que se requer nos EUA o “benefício” por um dos filhos do ex-presidente J. M. Bolsonaro. Para uma pessoa que foi, com as “próprias pernas”, deixando o país, onde tinha cargo público inclusive. Abandonando-o, para o cargo ao qual foi eleito. Tendo ainda inclusive para onde poderá voltar, quando quiser e em se acertando com a justiça, “assumindo”, assim, a sua nacionalidade, que em hipótese alguma fora-lhe negada.
Quer dizer, não poderia se dizer que ele não esteja ciente de tudo que fez, e o que mesmo assim, ainda poderá fazer, para estar quites consigo e com seu país. Mas embora não querendo ser chulo (já sendo), “mete o loco” ou “atiram para todos os lados”. Sinal mais que claro do desespero que toma conta do clã, vendo seus truques com patacoadas caindo um a um.
“E nada mais é como antes, nem fácil o bastante pra ver. Difícil entender que o sol de hoje não é o mesmo de ontem. Eu e meu mundo imaginário, com 30 mil de salário...”. (Amor e fé - Hungria)