ECONOMIA

Aprofundando os dados do PIB brasileiro

Por Reinaldo Cafeo | 08/06/2024 | Tempo de leitura: 4 min

O crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre de 2024 foi de 0,8% impulsionado principalmente pela demanda interna. Isso significa que o consumo das famílias teve um papel significativo no aumento do PIB com alta de 1,5%. Fatores que contribuíram para o crescimento da demanda interna incluem: melhora no mercado de trabalho brasileiro, isso levou a um aumento na renda disponível das famílias, incentivando o consumo. Quedas na taxa básica de juros (Selic): Taxas de juros mais baixas estimulam o consumo e os investimentos. Inflação mais baixa: quando a inflação está controlada, o poder de compra das famílias é preservado. Programas governamentais de auxílio às famílias: esses programas ajudaram a manter a demanda agregada. Redução na inadimplência após o programa "Desenrola: esse programa de renegociação de dívidas também contribuiu para o aumento do consumo.

Outros dados pelo lado da demanda

Além do Consumo das Famílias ter crescido em 1,5%, ocorreu um bom desempenho dos Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) com alta de 4,1%. Os Gastos do Governo ficaram neutros (0%), as Exportações subiram 0,2% e as Importações cresceram 6,5%. Lembrando que o total do PIB pelo lada demanda é o resultado da seguinte equação: Y= C I G X - M, onde Y é o PIB, C o Consumo das Famílias, G os Gastos do Governo, X as Exportações e M Importações.

PIB pelo lado da oferta

Sob a perspectiva da oferta, os setores que mais contribuíram para o crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2024 foram os Serviços (setor terciário) com alta de 1,4%. Dentro do setor de serviços, o Comércio foi o destaque, avançando 3% entre janeiro e março. Além disso, os segmentos de Informação e Comunicação e Outras atividades de serviços também tiveram crescimento. A Agropecuária (setor primário) registrou uma variação positiva de 11,3%. A Indústria (setor secundário) apresentou queda de 0,1%.

Que tal planejar as férias escolares da garotada?

Durante as férias escolares, é importante manter as crianças ativas e entretidas. Aqui estão algumas dicas práticas para garantir que elas aproveitem esse período. Cozinha divertida. Escolha uma receita fácil e envolva as crianças na preparação. Elas podem ajudar a mexer os ingredientes ou a massa, tornando a experiência culinária mais interativa. Contação de histórias. Reserve um momento para a leitura em família. Além disso, transforme algumas histórias em teatro caseiro para diversão extra. Acampamento em casa. Crie uma cabana na sala ou organize um acampamento no quintal. Uma festa de pijama ou um dia cheio de criatividade e imaginação pode ser muito divertido.

Outras dicas para as férias

Maratona de filmes e séries. Escolha produções educativas e assista junto com as crianças. Isso pode gerar conversas interessantes. Piquenique. Leve a sobremesa feita com as crianças para um piquenique ao ar livre. Este período é agradável para aproveitar o sol do inverno. Passeios culturais. Explore pontos turísticos, galerias de arte, teatros e museus em sua cidade. Isso estimula a criatividade e a apreciação pela arte. Lembre-se também de limitar o tempo de tela, oferecer opções de esportes ou atividades extracurriculares e estimular hábitos alimentares saudáveis durante as férias.

Banco Central Europeu faz primeiro corte de juros desde 2019

O Banco Central Europeu (BCE) promoveu um corte de 25 pontos-base na taxa de juros. É o primeiro corte desde 2019. A taxa de juro aplicável às operações de refinanciamento, facilidade permanente de cedência de liquidez (empréstimo) e de depósito serão reduzidas para, respectivamente, 4,25%, 4,50% e 3,75%, com efeitos a partir de 12 de junho. O corte marca o fim oficial do ciclo recorde de alta rápida de juros, que começou após a pandemia de Covid-19, com a disparada da inflação.

Foi antes do Banco Central americano

Embora o BCE tenha começado a aumentar as taxas de juros mais tarde do que o banco central americano, o corte em junho o colocaria à frente do Federal Reserve (Fed) no novo ciclo econômico, já que o maior banco central do mundo continua impedido de promover cortes devido à inflação dos EUA - os membros do Fed vêm repetindo que ainda não sentem segurança em promover uma baixa na taxa. Vale dizer, o BCE não é o primeiro país do chamado primeiro mundo a cortar juros. O Canadá se tornou o primeiro país do G7 a cortar as taxas de juros no atual ciclo (corte de 25 pontos-base), enquanto os bancos centrais da Suécia e da Suíça já anunciaram suas próprias reduções de juros este ano.

Mude já, mude para melhor!

Em tempos de redes sociais em que as pessoas acompanham tudo e todos, quem não se posiciona, notadamente na política, perde admiradores e eleitores. Não se omita. Mude já, mude para melhor!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do SAMPI

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