As energias limpas representam um avanço crucial na preservação do meio ambiente e na mitigação da crise energética global. Como exemplo dessas temos a energia solar, hidráulica, maremotriz, geotérmica e nuclear e o mundo está gradualmente se afastando das energias não renováveis, ou seja, fontes poluentes como o carvão mineral, petróleo, gás natural e nuclear.
É importante reconhecer que as fontes não renováveis causam impactos ambientais ocasionados pela queima de combustíveis fósseis e pelo manejo inadequado de elementos radioativos.
Entre as opções mais limpas, as energias solar e eólica se destacam. Ambas utilizam recursos inesgotáveis, como a luz solar e os ventos, minimizando o impacto ambiental.
Embora enfrentem desafios, como alto custo da energia solar e a necessidade de parques eólicos que causam impactos sonoros e visuais, suas vantagens superam esses aspectos negativos.
No Brasil, o potencial hídrico aliado à localização geográfica privilegiada proporcionam um ambiente propício para o desenvolvimento dessas energias limpas. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil lidera a produção de energia limpa entre os países do BRICS. A energia limpa no país tem um potencial de expansão, o que poderia descentralizar a produção, reduzindo a dependência das hidroelétricas.
Portanto, a adoção e o desenvolvimento contínuo das energias limpas são cruciais para enfrentar os desafios energéticos e ambientais globais, garantindo um futuro mais sustentável para as gerações futuras.
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