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| Pesquisa aponta que boa parte dos jovens prefere ficar ao celular do que interagir com outras pessoas |
Jovens entre 16 e 37 anos passam mais tempo diário usando smartphones do que trabalhando ou se relacionando com pessoas queridas - ao menos é o que indica uma nova pesquisa. Os mais jovens ainda comparam o aparelho a um "melhor amigo".
O estudo foi conduzida pela Motorola em parceria com a especialista Nancy Etcoff, da Universidade Harvard, para analisar o impacto do uso de celular em nossas vidas. Um formulário online foi respondido por 4.418 pessoas dos Estados Unidos, Brasil, França e Índia entre 30 de novembro de 2017 e 26 de dezembro do mesmo ano.
A geração Z (jovens entre 16 e 20 anos) disse passar 6,5 horas diárias no smartphone, tanto para fins pessoais quanto para trabalho ou estudo. Isso é mais do que eles disseram passar estudando ou trabalhando (4,5 horas), se divertindo com o parceiro amoroso (3,8 horas), com a família (4,1 horas) e com amigos (2,9 horas).
Os millennials (pessoas de 21 a 37 anos) possuem um comportamento parecido: 6,6 horas diárias usando um smartphone frente a 5,6 horas trabalhando; quatro horas com um parceiro amoroso; 4,1 horas com a família; e 2,4 horas com amigos.
Quando os entrevistados tiveram de responder que papel seus celulares desempenhavam, 53% dos entrevistados da geração Z e 41% dos millennials disseram que o considerava como um melhor amigo.
Quase metade dos baby boomers (pessoas entre 54 e 65 anos) afirmaram não ter uma relação próxima com seus smartphones e preferem que seja assim. Em todas as outras três faixas de idade, os entrevistados afirmaram ter uma relação próxima com os smartphones, mas disseram estar confortáveis com isso. As porcentagens foram de 48% para a geração X ( população entre 38 e 53 anos), 52% para os millennials e 47% para a geração Z.
Mais jovens
Jovens entre 16 e 37 anos passam mais tempo diário usando smartphones do que trabalhando ou se relacionando com pessoas queridas - ao menos é o que indica uma nova pesquisa. Os mais jovens ainda comparam o aparelho a um "melhor amigo".
O estudo foi conduzida pela Motorola em parceria com a especialista Nancy Etcoff, da Universidade Harvard, para analisar o impacto do uso de celular em nossas vidas. Um formulário online foi respondido por 4.418 pessoas dos Estados Unidos, Brasil, França e Índia entre 30 de novembro de 2017 e 26 de dezembro do mesmo ano.
A geração Z (jovens entre 16 e 20 anos) disse passar 6,5 horas diárias no smartphone, tanto para fins pessoais quanto para trabalho ou estudo. Isso é mais do que eles disseram passar estudando ou trabalhando (4,5 horas), se divertindo com o parceiro amoroso (3,8 horas), com a família (4,1 horas) e com amigos (2,9 horas).
Os millennials (pessoas de 21 a 37 anos) possuem um comportamento parecido: 6,6 horas diárias usando um smartphone frente a 5,6 horas trabalhando; quatro horas com um parceiro amoroso; 4,1 horas com a família; e 2,4 horas com amigos.
Quando os entrevistados tiveram de responder que papel seus celulares desempenhavam, 53% dos entrevistados da geração Z e 41% dos millennials disseram que o considerava como um melhor amigo.
Quase metade dos baby boomers (pessoas entre 54 e 65 anos) afirmaram não ter uma relação próxima com seus smartphones e preferem que seja assim. Em todas as outras três faixas de idade, os entrevistados afirmaram ter uma relação próxima com os smartphones, mas disseram estar confortáveis com isso. As porcentagens foram de 48% para a geração X ( população entre 38 e 53 anos), 52% para os millennials e 47% para a geração Z.
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