06 de outubro de 2026
TEATRO

Festival de Teatro Unimed terá duas peças em Piracicaba

Por Bia Xavier - Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Caio Blat e Herson Capri interpretam pai e filho em 'Memórias do Vinho', drama que chega a Piracicaba neste sábado (10).

Piracicaba terá duas opções de teatro neste sábado (10). As peças “A Minicostureira” e “Memórias do Vinho” serão apresentadas no Teatro Dr. Losso Netto como parte da programação do 3º Festival de Teatro Seguros Unimed. A primeira atração será “A Minicostureira”, às 15h. A montagem tem classificação livre, duração de 60 minutos e é voltada principalmente ao público infantil e às famílias.

À noite, às 20h, será apresentada “Memórias do Vinho”, drama protagonizado por Herson Capri e Caio Blat. A peça tem classificação indicativa de 14 anos e duração de 70 minutos. 

Os ingressos para as duas apresentações custam entre R$ 25 e R$ 160, e podem ser adquiridos pela plataforma Mega Bilheteria.

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Peça infantil mistura fantasia e realidade

Às 15h, “A Minicostureira” apresenta a história de Clara, uma menina de nove anos que cria seu próprio universo entre linhas, agulhas e tesouras. Inspirado livremente no conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti, e na carta “A Tecelã”, do tarô egípcio, o espetáculo mistura fantasia e realidade.

No mundo criado pela menina vivem personagens feitos por ela, como Fidalgo, um peixe dourado que se torna seu melhor amigo, e uma Santa protetora das minicostureiras. A partir desse universo, Clara e seus companheiros decidem realizar o maior sonho da garota. O que parecia uma conquista, porém, acaba se transformando em um pesadelo e leva a menina a enfrentar uma difícil decisão.

A montagem tem direção das irmãs Débora Falabella e Cynthia Falabella e aborda temas como imaginação, afetividade e autoconhecimento.

“Memórias do Vinho” reúne pai e filho

Na história, Herson Capri e Caio Blat interpretam pai e filho que estão afastados há anos. O reencontro acontece quando o filho, enfrentando dificuldades financeiras, vê na venda das garrafas da adega do pai uma possibilidade de resolver sua situação. A coleção reúne garrafas compradas em diferentes situações, além de exemplares raros adquiridos em leilões. Para o pai, a adega também guarda lembranças de diferentes momentos de sua vida.

Durante a história, o filho encontra um diário secreto no qual o pai registra informações sobre as garrafas e os momentos em que foram adquiridas ou abertas. O conteúdo do caderno revela acontecimentos inesperados e transforma o reencontro entre os dois em um acerto de contas. O texto é o último escrito para o teatro por Jandira Martini, que morreu em 2024, em colaboração com Maurício Guilherme.