Aos 16 anos, Marina Polizel Vitti participa neste domingo (4) de sua primeira eleição. Incentivada pelos pais desde cedo, ela tirou o título de eleitor neste ano e decidiu participar do processo eleitoral.
A presença da jovem nas urnas também representa o incentivo da família à participação política desde a adolescência. No Brasil, o voto é facultativo para jovens de 16 e 17 anos.
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Primeiro voto
Para Marina, o incentivo recebido dentro de casa foi fundamental para que ela entendesse a importância de participar das eleições antes mesmo dos 18 anos.
“É minha primeira eleição. Eu fui bastante incentivada pelos meus pais a votar desde cedo, então, neste ano, já tirei o título. Acho que realmente o país precisa desses incentivos para os jovens votarem desde cedo, porque existe aquele costume de pensar que só depois dos 18 anos é importante votar. Mas é muito importante participar mesmo antes dos 18”, disse.
A jovem destaca que o primeiro contato com as urnas é uma oportunidade para começar a acompanhar as decisões que envolvem o país e compreender a importância da participação cidadã.
Incentivo dentro da família
A mãe de Marina, Juliana Polizel Vitti, também participou do momento e ressaltou que a família procurou se preparar para a votação, inclusive estudando os candidatos.
“Me preparei, estudei os candidatos. O Brasil está num momento importante. Acho que tem que haver mudanças. Minha filha de 16 anos está aqui e vai votar, não só aos 18 anos. Voto é importante, incentivamos ela. Meu marido está aqui, família reunida. Hoje é um dia importante”, completou Marina.
Para Juliana, o acompanhamento da família é uma forma de mostrar à filha, desde cedo, que a participação nas eleições faz parte do exercício da cidadania.
Jovens nas urnas
O voto aos 16 e 17 anos é facultativo, mas a participação dos jovens permite que eles tenham contato com o processo eleitoral antes de o voto se tornar obrigatório.
A experiência de Marina, acompanhada pelos pais, mostra como o incentivo dentro de casa pode contribuir para aproximar os adolescentes das eleições e estimular o interesse pelas decisões que impactam a sociedade.
Neste domingo, mãe e filha foram às urnas em um momento que, para a família, representa não apenas o exercício do voto, mas também a participação de uma nova geração no processo democrático.