O pagamento antecipado da segunda parcela do 13º salário do Instituto Nacional do Seguro Social começou nesta segunda-feira (25), e segue até o dia 8 de junho. A medida contempla aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pela Previdência Social, movimentando cerca de R$ 39 bilhões nesta etapa.
Somadas as duas parcelas do benefício, o impacto previsto na economia brasileira chega a R$ 78 bilhões. A primeira metade do abono já havia sido depositada entre 24 de abril e 8 de maio, seguindo o calendário oficial do governo federal.
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Apesar de o calendário tradicional da Previdência prever o pagamento do 13º apenas no segundo semestre, os depósitos vêm sendo antecipados nos últimos anos por meio de decretos federais. A estratégia busca aquecer a economia e ampliar o poder de compra dos beneficiários.
Segundo o INSS, mais de 23 milhões de segurados recebem até um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.621. Já uma parcela menor dos beneficiários recebe o teto previdenciário, que hoje está em R$ 8.475,55.
Têm direito ao abono os segurados que recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade. Beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia ficam fora do pagamento do 13º salário.
O cronograma de pagamento segue o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador após o traço. Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos acontecem em datas diferentes ao longo das próximas semanas.
Já os segurados que recebem acima do piso nacional terão os valores liberados em calendário unificado, agrupando dois finais por dia. O INSS recomenda atenção ao número final do benefício para evitar confusões na consulta das datas.
Para quem recebe até um salário mínimo:
Para quem recebe acima de um salário mínimo: