25 de março de 2026
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Rombo na Caixa: PF faz megaoperação e mira esquema de milhões

Por Da redação/Pira1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Baep PM
O esquema ousado pode ter causado um rombo milionário na Caixa Econômica Federal.

 O Brasil acordou com uma operação de peso nesta quarta-feira (25). A Polícia Federal, junto com a Polícia Militar, partiu pra cima de um esquema ousado que teria causado um rombo milionário na Caixa Econômica Federal. A ação acontece ao mesmo tempo em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia — e já tem gente sendo levada pela polícia. Na região de Piracicaba, a ação foi intensa.

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Batizada de Operação Fallax, a ofensiva não é pequena: são 43 mandados de busca e apreensão e 21 ordens de prisão preventiva. É uma verdadeira varredura contra uma quadrilha suspeita de agir com estratégia, organização e até ajuda de gente de dentro do sistema financeiro.

Entre os alvos estão empresários e nomes fortes do meio corporativo. Segundo as investigações, o grupo montou um esquema bem amarrado: cooptava funcionários de bancos, usava empresas como fachada e fazia o dinheiro ilegal circular como se fosse legítimo.

A história começou a vir à tona em 2024, quando surgiram pistas de um golpe grande — e bem planejado. De lá pra cá, a PF foi juntando provas de que não se tratava de algo pequeno, mas sim de uma engrenagem criminosa funcionando a todo vapor.

No interior de São Paulo, cidades como Limeira, Americana, Rio Claro, Santa Bárbara d’Oeste e Itapira estão no radar da operação. Já Piracicaba virou um dos principais focos, com várias ações acontecendo ao mesmo tempo.

E não é só prisão: a Justiça mandou bloquear bens, veículos, imóveis e contas bancárias que podem chegar a R$ 47 milhões. A ideia é sufocar o esquema e cortar o dinheiro da quadrilha.

O mais impressionante é o tamanho do prejuízo: as fraudes podem passar de R$ 500 milhões. Além disso, a PF conseguiu autorização para quebrar o sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas e centenas de empresas envolvidas.

Agora, os investigados podem responder por uma lista pesada de crimes, incluindo organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e corrupção. Se condenados, podem pegar mais de 50 anos de prisão.

A operação ainda está rolando — e a expectativa é que novas fases revelem ainda mais detalhes desse esquema que, ao que tudo indica, mexeu com cifras gigantes dentro de um dos principais bancos públicos do país.