O Brasil aparece entre os países mais felizes do mundo, ocupando a 7ª posição em um levantamento internacional que avaliou a percepção de bem-estar em 29 nações. O resultado coloca o país à frente de potências econômicas e reforça uma tendência de otimismo entre os brasileiros.
Segundo o estudo, 80% dos entrevistados no país se consideram felizes ou muito felizes, índice acima da média global, que ficou em 74%. O dado reflete uma visão positiva da vida mesmo diante de desafios econômicos e sociais.
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Entre os fatores que mais impactam a felicidade no Brasil, o destaque vai para os vínculos afetivos. Sentir-se amado lidera a lista, seguido pela saúde física e mental, relações familiares e a sensação de ter controle sobre a própria vida.
Outro ponto relevante é o propósito. Ter um sentido claro para a vida aparece como um dos pilares que sustentam o bem-estar, indicando que felicidade vai além de questões materiais.
O levantamento mostra que países da Ásia e da América Latina dominam as primeiras posições. Indonésia lidera o ranking, seguida por Países Baixos, México e Colômbia. O Brasil aparece logo depois de nações como Malásia e Tailândia.
Na outra ponta, países como Hungria, Coreia do Sul e Turquia registram os menores níveis de felicidade entre os entrevistados.
De forma geral, o estudo aponta uma melhora na percepção global de felicidade, com avanço em 25 dos 29 países analisados.
A pesquisa também revela que a felicidade não é constante ao longo da vida. Os índices tendem a cair na meia-idade, especialmente por volta dos 50 anos, e voltam a subir na terceira idade, alcançando níveis mais altos após os 70.
No Brasil, pessoas entre 50 e 74 anos apresentam os maiores níveis de satisfação. Já a renda também exerce influência direta: indivíduos com maior poder aquisitivo demonstram índices mais altos de felicidade em comparação com aqueles de menor renda.
O estudo foi realizado entre o fim de 2025 e o início de 2026, com mais de 23 mil adultos entrevistados ao redor do mundo.