O crime brutal que revoltou a comunidade acadêmica foi desvendado pela polícia. A execução do conhecido e querido professor universitário Davi Said Aidar, de 62 anos, ligado à Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus, na noite de 6 de fevereiro de 2026, foi encomendada por uma vizinha dona de bar.
A mulher estava incomodada com a queda de movimento, após a vítima montar seu estabelecimento mas proximidades, e despertar o interesse de muitos clientes
Segundo a Polícia Civil local, o assassinato foi planejado e executado com extrema violência.
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Um atirador conhecido nos meios policiais como “TK”, disparou 14 vezes, atingindo o professor sete vezes. A vítima não teve chance de defesa. As investigações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) revelaram que o crime foi encomendado. A suspeita de ser a mandante é Juliana da Rocha Pacheco, vizinha do professor, que teria se irritado após perder clientes em seu bar para o estabelecimento da vítima.
De acordo com a polícia, Juliana pediu para um sobrinho que organizasse a execução. Ele teria recrutado os comparsas e coordenado toda a ação criminosa.
Também foram presos, um terceiro envolvido e outros que conduziu a motocicleta usada no ataque.
A arma usada no crime teria sido entregue pela própria mandante momentos antes da execução. Os presos responderão por homicídio qualificado e associação criminosa.