06 de fevereiro de 2026
NOVO RG

RG antigo tem data para sair de cena; VEJA até quando vale

Por Bia Xavier - Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/Governo Federal
O RG no formato tradicional seguirá sendo reconhecido oficialmente em todo o território nacional até 2032.

A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já está em circulação em todo o Brasil e marca uma mudança profunda na forma como os brasileiros se identificam oficialmente. Criado para padronizar registros civis e reduzir fraudes, o novo documento substitui gradualmente o antigo RG, mas sem exigir troca imediata para a maioria da população.

Apesar da novidade, quem ainda possui o RG tradicional pode ficar tranquilo: o modelo antigo continuará válido por vários anos, garantindo uma transição sem pressa e sem prejuízos ao cidadão.

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Até quando o RG antigo será aceito?

O RG no formato tradicional seguirá sendo reconhecido oficialmente em todo o território nacional até 2032. A data foi definida para permitir que estados e cidadãos se adaptem ao novo sistema de identificação de forma progressiva.

Após esse prazo, apenas a Carteira de Identidade Nacional será aceita como documento oficial de identificação civil.

O que muda com a Carteira de Identidade Nacional

A principal transformação trazida pela CIN é a unificação do número de identificação, que passa a ser o CPF. Com isso, deixam de existir diferentes números de RG emitidos por estados distintos, um problema histórico que facilitava erros e irregularidades.

Além disso, o documento conta com recursos tecnológicos que ampliam a segurança e a verificação de dados, como:

Quais informações aparecem na nova CIN

A Carteira de Identidade Nacional reúne dados essenciais do cidadão em um único documento, como:

O objetivo é concentrar dados confiáveis em uma base nacional integrada, facilitando conferências e reduzindo inconsistências cadastrais.

Como emitir a nova Carteira de Identidade

A emissão da CIN segue regras federais, mas o atendimento é organizado pelos governos estaduais e pelo Distrito Federal. Em geral, o processo envolve:

A primeira via em papel é gratuita em todo o país, o que incentiva a adesão ao novo modelo.

Troca não é obrigatória agora

Mesmo com a implantação nacional da CIN, não há exigência de substituição imediata do RG antigo. A recomendação é que a troca seja feita conforme a necessidade, como em casos de atualização de dados, perda do documento ou interesse em utilizar a versão digital.

Com prazo longo de validade e emissão gratuita, a nova Carteira de Identidade Nacional surge como um passo decisivo para modernizar a identificação civil no Brasil — sem atropelar a rotina da população.