08 de julho de 2026
BRAÇOS NECROSADOS

'Popeye russo' vive risco real de amputação dos dois braços

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Redes Sociais
Kirill Tereshin tem 29 anos e pode ter que amputar os braços

O fisiculturista russo Kirill Tereshin — popularmente conhecido como Popeye russo — vive momento crítico de saúde: médicos alertam que ele pode perder os dois braços após infecção grave causada por anos de uso da substância Synthol.

 Histórico e complicações graves

* Desde 2017, Tereshin aplicava Synthol nos bíceps em busca de volume muscular artificial — bíceps que chegaram a atingir tamanhos exagerados e desproporcionais, atraindo atenção nas redes sociais. 
* O uso prolongado da substância provocou fibrose e necrose nos tecidos musculares, comprometendo gravemente a integridade dos braços.
* Em 2019, ele já havia passado por cirurgia para remoção de tecido morto e drenagem de óleo acumulado — uma tentativa de reparar os danos. 
* Apesar das intervenções, a infecção se agravou e os profissionais de saúde consideram que o quadro atual é o mais grave desde o início dos problemas.

VEJA MAIS

Risco atual e as consequências

De acordo com os médicos responsáveis, a infecção está profunda e, para que seja possível salvar os membros, seria necessário um procedimento de enxerto reconstrutivo — mas apenas quando a infecção estiver controlada. Porém, o tempo pode estar se esgotando.

Caso a infecção não seja controlada a tempo, a amputação dos dois braços poderá ser inevitável. O estado de saúde e os danos aos tecidos já ultrapassaram o registrado em cirurgias anteriores.

Um alerta sobre os “atalhos” estéticos

O caso de Tereshin — que chegou a exibir bíceps de 60 cm de circunferência com o uso de Synthol — está sendo usado por médicos e especialistas como exemplo dos perigos de procedimentos estéticos extremos e artificiais.

O uso de óleos injetáveis nos músculos, embora gere impacto visual rápido, não traz ganho real de força ou saúde — e pode comprometer gravemente a integridade física, levando a infecções, necroses e, como no caso dele, risco de perda de membros — ou até risco de vida.