08 de julho de 2026
DOCUMENTAÇÃO

RG tem prazo final: veja como emitir nova Carteira de Identidade

Por Da redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação

O tradicional Registro Geral (RG) tem seus dias contados. O governo federal estabeleceu um prazo definitivo para que todos os cidadãos brasileiros realizem a troca para o novo modelo da Carteira de Identidade Nacional (CIN), que se tornará o padrão oficial em todo o país. De acordo com o Decreto nº 10.977/2022, o RG antigo será aceito somente até o ano de 2032. Após essa data, apenas a versão atualizada terá validade legal.

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A principal inovação da CIN é a adoção do número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como registro único, eliminando a possibilidade de duplicidade de documentos entre os diferentes estados e elevando significativamente a segurança contra fraudes. Essa unificação promete simplificar a vida do cidadão e otimizar a identificação em diversas esferas.

Mais segurança e praticidade na palma da mão

Além de centralizar a identificação no CPF, a nova Carteira de Identidade Nacional incorpora tecnologias que a tornam mais moderna e segura. O documento conta com um QR Code e um chip eletrônico, permitindo a comprovação de sua autenticidade de forma digital. Outra grande vantagem é a disponibilidade da versão virtual no aplicativo Gov.br, que se torna acessível automaticamente após a emissão da via física.

Os cidadãos também terão a opção de incluir informações adicionais na CIN, como tipo sanguíneo e título de eleitor, contribuindo para a unificação de dados e a praticidade no dia a dia.

Como solicitar a nova CIN

O processo para obter a primeira via da CIN é simples e gratuito. Os interessados devem apresentar os seguintes documentos:

O agendamento para a emissão deve ser feito no site do órgão de identificação de cada estado, como o Instituto de Identificação da Polícia Civil. No dia marcado, o solicitante realizará a coleta de biometria, foto e assinatura.

Embora a primeira via seja gratuita, a emissão da segunda via da CIN pode ter custos, que variam entre R$ 30 e R$ 100, dependendo do estado. Contudo, há casos de isenção para grupos específicos, como pessoas inscritas no CadÚnico, vítimas de furto (mediante apresentação de boletim de ocorrência), idosos e pessoas com deficiência.

Com a implementação da CIN, o Brasil avança na modernização de seus documentos de identificação, buscando maior eficiência, segurança e conveniência para todos os cidadãos.