30 de abril de 2026
ECONOMIA

Exportações caem 40,7% na região de Piracicaba, aponta Ciesp

Por Reinaldo Diniz | Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 2 min
Pixabay
Os resultados mostram que, há pouco mais de um ano, as exportações totalizaram US$ 260,5 milhões, enquanto no mês passado o valor foi de US$ 160,5 milhões.

As exportações do setor industrial nas oito cidades que integram a regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Piracicaba registraram uma queda de 40,7% em janeiro de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os resultados mostram que, há pouco mais de um ano, as exportações totalizaram US$ 260,5 milhões, enquanto no mês passado o valor foi de US$ 160,5 milhões. O Ciesp de Piracicaba abrange Piracicaba, Águas de São Pedro, São Pedro, Santa Maria da Serra, Charqueada, Laranjal Paulista, Rio das Pedras e Saltinho.

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De acordo com o Ciesp, os principais produtos exportados foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (49,6%), produtos químicos orgânicos (9,4%) e açúcares e produtos de confeitaria (9,3%). No período analisado, os principais destinos das exportações de Piracicaba foram Estados Unidos (33,7%), Emirados Árabes Unidos (7%) e Canadá (4,5%). “Com o recuo nas exportações, em janeiro, frente ao mesmo período do ano passado, começamos o ano de 2025, com uma preocupação bem acentuada e vamos aguardar os próximos meses para avaliar se teremos uma reversão nessa queda. Isso também aconteceu com outras 20 das 39 diretorias participantes”, disse o diretor regional do Ciesp em Piracicaba, Homero Scarso.

Com relação as importações, segundo Scarso, houve um aumento de US$ 283,1 milhões, o que significa crescimento de 12,5% frente ao mesmo período do ano passado, que foi de US$251,5, (milhões de dólares). Por outro lado, as importações da regional se concentraram em máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (51%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (14,6%) e veículos automóveis, tratores (13%). Por sua vez, as compras da regional tiveram como principais origens Coreia do Sul (24,4%), Estados Unidos (21,5%) e China (17,4%). Ele avaliou que o aumento “continua refletindo uma tendência de alta, pois isso também aconteceu em outras 33 diretorias”.