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Anvisa proíbe creatina e outros suplementos alimentares; Veja

Por Da redação - JP1 |
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Além de conferir a procedência dos suplementos, consumidores devem ficar atentos a promessas de cura e tratamento de doenças, proibidas para essa categoria de produtos.
Além de conferir a procedência dos suplementos, consumidores devem ficar atentos a promessas de cura e tratamento de doenças, proibidas para essa categoria de produtos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de lotes de creatina e ômega 3, além de proibir outros suplementos alimentares comercializados no Brasil. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (6) e envolvem problemas de regularização, suspeita de falsificação e presença de componentes sem autorização para uso nesses produtos.

Entre os itens atingidos estão a Creatina DUX, em pó e sem sabor, na embalagem de 300 gramas, e o Equaliv Ômega 3. No primeiro caso, a restrição corresponde ao lote K52354A, com validade até abril de 2027. Já para o ômega 3, a determinação alcança o lote D25-2601441, cuja validade vai até maio de 2028. Ambos estão proibidos de serem comercializados, distribuídos, divulgados ou utilizados.

No caso da creatina, a medida foi motivada por uma manifestação da própria Dux Company Ltda., que informou não reconhecer o lote identificado pela fiscalização. O produto estava sendo anunciado pela empresa Charmozza Comércio e Indústria de Produtos na plataforma Mercado Livre. Já a fabricante do ômega 3, Althaia S.A. Indústria Farmacêutica, comunicou à agência a existência de uma versão falsificada do lote atingido pela determinação.

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Outros suplementos também são alvo de restrições

As medidas sanitárias não se limitam aos dois produtos. A Anvisa também proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a divulgação e o uso dos suplementos produzidos pela empresa Bálsamo Jes Suplemento Natural Ltda. Segundo a agência, os itens não possuíam notificação sanitária e apresentavam componentes não autorizados para essa categoria de produtos, sem comprovação de segurança. A fiscalização identificou ainda publicidade com promessas terapêuticas e alegações de saúde não permitidas.

Outro produto atingido foi o Active Life, apresentado como suplemento à base de colágeno tipo II, cúrcuma e cálcio de ostra. A Anvisa determinou sua apreensão porque não conseguiu confirmar a regularidade sanitária do item. A rotulagem também apresentou problemas, incluindo informações em inglês e alegações que não atendem às exigências brasileiras. A divulgação com promessas terapêuticas não autorizadas foi outro fator considerado na decisão.

Para evitar problemas, a orientação é conferir a procedência e a regularização dos suplementos antes da compra, dando preferência a estabelecimentos e plataformas confiáveis. A agência também recomenda buscar orientação de um profissional de saúde sobre a necessidade de consumo, a dosagem e o período de utilização. Suplementos são destinados a complementar a alimentação de pessoas saudáveis e não podem ser utilizados como substitutos de medicamentos ou divulgados como produtos capazes de tratar, prevenir ou curar doenças.

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