Por enquanto, 36 entidades estão aptas a participar do chamamento público que definirá a nova gestora do HMUT (Hospital Municipal Universitário de Taubaté). Esse é o número de entidades que foram declaradas qualificadas pela Prefeitura para atuar como OS (Organização Social) na área da saúde no município - essa qualificação é um dos requisitos do edital.
Confira a lista das entidades:
Dessas 36 entidades, quatro já atuam em Taubaté: o Iesp, que administra o PSM (Pronto Socorro Municipal) e o PA (Pronto Atendimento) do Cecap; o Grupo Chavantes, que geriu o HMUT entre 2024 e julho desse ano e ainda administra as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) Santa Helena e San Marino; a SPDM, que administrou o HMUT entre 2019 e 2024 e, desde o início de agosto desse ano, faz a gestão do hospital em um contrato emergencial; e o Seconci, que administra o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) e o Centro de Reabilitação Lucy Montoro, que são duas unidades ligadas ao governo estadual.
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O número de entidades qualificadas para atuar como OSs na área da saúde de Taubaté ainda pode aumentar, já que a Prefeitura mantém aberto, desde 2025, outro chamamento público com essa finalidade.
Dessas entidades, as que tiverem interesse em assumir em definitivo a gestão do HMUT poderão apresentar proposta até o dia 2 de setembro. O novo contrato poderá custar R$ 132,3 milhões por ano (R$ 11 milhões por mês). Esse valor é superior custo final do contrato com a Chavantes (R$ 9,894 milhões/mês) e do contrato emergencial com a SPDM (R$ 9,844 milhões/mês).
Inicialmente, no dia 27 de julho, a reportagem solicitou, via Departamento de Comunicação, que a Prefeitura informasse a relação de entidades que haviam sido declaradas qualificadas para atuar como OS na área da saúde no município. Não houve resposta.
No dia 29 de julho, a reportagem refez o pedido à Prefeitura, mas dessa vez via e-SIC (Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão), que é um sistema para solicitar acesso a dados públicos com base na LAI (Lei de Acesso à Informação).
Somente após esse pedido feito com base na LAI a Prefeitura forneceu, via e-SIC, os dados que haviam sido solicitados pela reportagem.