Coluna Social

Setor público

Por José Luiz de Souza |
| Tempo de leitura: 2 min
Gley Fabiano Xavier
Gley Fabiano Xavier

Pioneira na profissionalização de gestores públicos em todo o País, a Faap (Faculdade Armando Alvares Penteado) realiza hoje, das 9h às 12h, o evento Gestão das Cidades: desafios e perspectivas para 2021. O webinário será transmitido pelo seu canal no Youtube e vai discutir o uso da tecnologia e as atividades de compliance no setor público. No primeiro painel, sobre tecnologia da informação aplicada ao gerenciamento de cidades, participam o secretário Leonidas Chaves de Oliveira Neto, da Secretaria Municipal de Tecnologia da Informação de Santana de Parnaíba, e o executivo Alfredo Deak Junior, estrategista de negócio s para o governo do Google.

O segundo painel vai discutir a controladoria como instrumento de aprimoramento da gestão pública. Foram convidados para a discussão a secretária de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza, Luciana Lobo, que foi controladora-geral do município, e o controlador-geral do Estado do Paraná, Raul Siqueira, além de Nicole Verillo, do Centro de Apoio e Incidência Anticorrupção do movimento Transparência Internacional, e do professor universitário Gustavo Ungaro, ex-controlador-geral do município de São Paulo.

Poesia no parque

O escritor Fernando Rangel, a atriz Adriana Coppi e o guerreiro andrógino potiguar de cognome Arara Xestal criaram o Poèmes en Machine” que, desde 2013 escreve poemas em locais públicos de São Paulo, como o Parque da Luz, o Trianon ou em Viradas Culturais. Adriana começa a performance, declamando poemas e fazendo o convite para a aproximação e futuras conversas, que irão inspirar os poemas instantâneos, registrados em papel sulfite, copiados em papel carbono, por antigas maquinas de escrever. Anunciada a extinção deste meio de escrita no século passado, elas até ganharam versos: “A máquina de escrever vai desaparecer e você nem começou a escrever”, datilografou Fernando, nos anos 80, em sua Práxis Olivetti elétrica conservada até hoje. A história mostrou o contrário. Com o apoio do ProAC — Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, poemas escritos nos últimos oito anos, em antigas máquinas de escrever, chegam agora até nós, com o lançamento do livro “Poesias do Instante”.

 “Não é raro que nos procurem falando que o poema sumiu e nos pedirem nossa cópia em papel carbono (essa é das antigas!)”, comenta Adriana Coppi. O trio então datilografa novamente e entrega para quem pediu. Nada é cobrado.

“Nossa maior recompensa é uma pessoa nos dizer que o poema escrito por nós é o mais importante da vida dela, que irá emoldurá-lo e colocá-lo na parede”, conta Fernando Rangel, um apaixonado por poesias, e pelos poetas de praças, como o baiano Castro Alves. Mais informações e também para adquirir seu exemplar é só acessar A Poesia do Instante

http://poemesenmachine.com.br/lojaeditora/

Arara Xestal, Adriana Coppi e Fernando Rangel

Fernando Rangel ouvindo histórias

Capa do A Poesia do Instante

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