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Pesquisador faz 'mapa' do solo nas cidades da região

Por Xandu Alves@xandualves10 |
| Tempo de leitura: 1 min
Rogério Marques / OVALE
Solo
Solo

A RMVale tem um solo pobre em nutrientes, raso a pouco profundos e com impedimentos físicos, como presença de pedras ou rochas.

É o que revela, em linhas gerais, o estudo "Mapa Pedológico do Estado de São Paulo: Revisado e Ampliado", lançado em novembro e que demandou três anos de trabalho para Marcio Rossi, pesquisador científico do Instituo Florestal.

Trata-se da segunda edição do estudo -- a primeira foi em 1999 -- que analisa a composição e o tipo do solo paulista, a partir de 26 regiões.

O Vale é compostao pela região Guaratinguetá, que engloba a maior parte do território, e nas regiões Ilha Grande, Santos e Volta Redonda, com o Litoral Norte e parte do Vale Histórico.

Marcio Rossi explica que não é correto falar em solo bom ou ruim, porque todos podem ser trabalhados, uns com maior facilidade, outros nem tanto.

"Há diferentes tipos de qualidade e podemos nos ater às físicas e químicas". Segundo Rossi, a qualidade física pode ser atribuída pela profundidade do solo, presença de impedimentos, como rochosidade, pedregosidade, diferenças de textura em profundidade, estrutura de solo, textura.

VÁRZEA.

Rossi afirma que o Vale ainda tem grandes porções com solos de "várzea", que permanecem encharcados por longos períodos e mostram características de subsidência, presentes nas planícies do rio Paraíba do Sul e afluentes.

"Há também solos profundos a muito profundos, que oferecem boas condições físicas para o estabelecimento das plantas, mas são quimicamente pobres". E completa: "Para quase todos os casos há remediações quanto suas deficiências ou limitações"..

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