Nesta terça-feira, o Santos terá seu primeiro compromisso como mandante na Libertadores de 2020. O Peixe terá pela frente o Delfín, do Equador, na Vila Belmiro, às 19h15, pela segunda rodada da competição continental. O Alvinegro Praiano não contará com sua torcida, já que foi punido pela Conmebol com portões fechados por conta da confusão no Pacaembu em 2018, na eliminação da competição para o Independiente-ARG.
O confronto vem em boa hora para os comandados de Jesualdo Ferreira, que têm duas vitórias consecutivas. Depois de vencer o Defensa y Justicia fora de casa, o Santos derrotou o Mirassol por 3 a 1 no sábado. Na Libertadores, o time da Baixada lidera o grupo G, sendo a única equipe da chave com três pontos.
A tendência é que Jesualdo mantenha a base da equipe que venceu o Mirassol na última rodada do Paulistão, com exceção da lateral-direita. Madson foi titular no estadual, porém Pará deve ser escalado para enfrentar o Delfín.
Marinho já realizou uma atividade com bola na semana passada, porém ainda não está apto para jogo. Dessa forma, Yuri Alberto deve ser mantido como titular ao lado de Sasha e Soteldo no ataque. Contra o Mirassol, o jovem marcou um gol e deu uma assistência.
Nesta segunda-feira, Pará concedeu entrevista coletiva no CT Rei Pelé e projetou a confronto sem a torcida. O lateral-direito minimizou a punição e ressaltou que o Peixe precisa entrar em campo como se estivesse recebendo o apoio dos santistas na arquibancada. "É um pouco estranho, mas não é uma novidade para mim. Vinha comentando que joguei pelo Flamengo contra o River Plate no Engenhão sem torcida. É um jogo atípico, a gente gosta de ver o torcedor, aqui na Vila a gente é forte, a torcida vem em peso e incentiva do começo ao fim", afirmou Pará.
Já o Delfín estreou na Libertadores com um empate em 1 a 1 com o Olímpia-PAR, no Equador. A equipe é a atual campeã nacional, porém não vive boa fase em 2020. O time ocupa a 14ª colocação do equatoriano após quatro rodadas..